Mundo DImais. Uma Realidade Mais Perto de Você!

A Filosofia de “Mundo DImais” é procurar novos caminhos para a verdade, que sempre haverá mais que duas respostas/soluções para um problema, e que o “SIM” e o “NÃO”, não são suficientes para agir na vida.

18.7.09

Cleptopolítica: Um crime sem punição

Segundo o Dicionário de Língua Portuguesa, Michaellis, (já que o mais popular deles infelizmente não oferece consulta grátis de vocábulos pela Internet), a palavra “Cleptomania” significa: “sf Impulso neurótico persistente para o furto, especialmente sem motivo econômico.”, enquanto que “política”: 1 sf Arte ou ciência de governar.” Etc. Isso tudo estou certo de que você já sabia, mas agora vamos fazer uma junção para criarmos outra palavra, vamos unir o inútil ao desagradável: “Cleptopolítica”, um substantivo composto pelas palavras Clepto + Política.

 

O primeiro indício da doença nestes indivíduos já começa por “tirar” o espaço na mídia, obrigando emissoras de rádio e TV a interromperem suas programações para dar espaço a eles. É lógico que a grande maioria das pessoas detesta: a novela vai começar mais tarde, o jogo vai demorar a passar, você só estava esperando o jornal acabar pra poder dormir, entre outras coisas.

 

Primeiro se chama atenção da mídia para poder se ingressar numa vida pública, através do seu inocente e desnecessário voto, e depois, não param mais de atrair os olhares midiáticos: é escândalo daqui, escândalo dali. Nada vira pizza, porque esta dá pra oito, e certamente você não foi convidado pra essa festinha. Tudo está mais pra hot-dog, e quem leva a salsicha como sempre é o povo.

 

É lógico que o indivíduo que sofre de “cleptopolítica” não é culpado dos próprios erros: deve ser tanto dinheiro na frente dele, tantas oportunidades e facilidades, que o enfermo deve se sentir tentado!!! É um tal de usar dinheiro público pra se contratar “gasparzinhos” e “geléias”, que os caça-fantasmas não conseguem dar de conta. No fim só se vê a cara feia do bicho-papão rindo de todo mundo. Pra dizer a verdade, a contratação de assessores políticos também deveria ser feita mediante a um concurso público, para dar chance a todos, mesmo que fosse um cargo temporário!

 

Uma das conseqüências da “cleptopolítica” - além de furtar os bens da nação, de modo inocente, alegando ser um direito que se tem para usar e administrar o patrimônio público como desejar – é roubar a esperança do povo: as pessoas simplesmente não acreditam mais. Muitas votam por obrigação, ao invés de apenas comparecem num colégio eleitoral pra digitarem qualquer número naquela maquininha (ou será que é isso que elas têm feito?) e assinar o bendito nome, ou ao menos carimbar o polegar.

 

Outro problema dessa doença é que são sempre as mesmas pessoas no poder. Jovens e sonhadores políticos nem sempre têm vez, se não tiverem um “bom” padrinho e um ótimo investimento financeiro com publicidade, além de um cargo qualquer pra usar como currículo de vida pública.

 

A política é igual a uma teia de aranha: tudo está interligado. Qualquer movimento em um dos muitos fios o aracnídeo já sabe logo. Sempre com muitos ovos pra deixar alguém no lugar dele ou tomando de conta do que o pertence até a morte (isso se de lá de baixo não continuar manipulando tudo aqui).

 

Teoricamente e com base nesse tipo de patologia, o doente é vítima de si mesmo, porque rouba sem necessidade. É apenas um distúrbio, e já está na natureza dele. Será realmente só isso? Será que neste caso clínico no qual se pode declarar “perdido” o “cleptopolítico” não age como tal pra poder se manter em atividade e financeiramente?

 

Uma coisa não pode deixar de dita: nem todo político é cleptomaníaco, e nem todo cleptomaníaco é político. Apesar de muitos ou todos esses tipos de delinqüentes não serem punidos, só quem paga o “pato” é você, já que, como dizem por aí: “a corda sempre arrebenta para o lado mais fraco.”

 

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criado por DIego Francisco    14:41 — Arquivado em: Sociedade — Tags:, , , , , , , , , , , ,

24.5.09

De Mãos Atadas

Tem um velho ditado que diz que “em casa de ferreiro, o espeto é de pau”. Detesto clichês, mas infelizmente não me veio outra coisa à cabeça pra começar este texto ou para que pudesse torná-lo o mais simples possível pra você, leitor(a).

 

Aprende-se muito cedo que tudo nesta vida tem um fim, inclusive a gente, mas você sempre acha que vai demorar um pouquinho mais (pelo menos conosco), e quando passa a ter noção de que o tempo não espera, já é muito tarde: porque “o vento levou tudo”, e toda uma história ficou apenas na lembrança.

 

Você vê alguém, que gosta muito, se definhando pouco a pouco, mas não sabe como agir, pior dizendo, não tem como agir, apesar de ter diversos recursos, mas nenhum dos que precisa está em suas mãos. É o fim ver o fim de uma pessoa sem fazer nada pra reverter isso.

 

Muita gente se perde nas drogas, no álcool ou em outro tipo de vício que moleste o próprio corpo ou roube o pouco de razão que ainda resta no ser humano. Mas, tem outros que sequer tiveram como escolher se queriam acabar mais cedo a novela de suas vidas por livre e espontânea vontade, sendo impostos pelo destino ou qualquer outra coisa, a encerrar os dias com uma doença terminal.

 

A família sofre muito, o doente mais ainda. A dor e o sentimento de impotência por não poder fazer nada causam grande frustração. Você não quer aceitar que o fim está chegando, ou que simplesmente amanhã não poderá mais ter alguém perto de você. O doente tampouco. Pra este, ainda é muito mais difícil, porque fica se culpando e pensando como será a vida de seus familiares sem ele, como farão pra sobreviver, quem cuidará de fulano ou beltrano, que talvez não poderá ver os filhos crescerem, ou até mesmo, se casarem.

 

É muito complicado. Somente quem sente na pele sabe a dor disso, embora todo mundo passe por algo semelhante. No fundo você sempre acha que contigo será diferente.

 

Ora é você que ata as oportunidades que a vida tenta lhe dar, ora é ela que te ata. Ela amarra as mãos do indivíduo que tem que assistir covardemente o outro sofrer, sem poder fazer nada. É como naquelas cenas de filme que vemos: uma pessoa apanhar e a outra ter de ficar assistindo, pra ver se consegue arrancar alguma coisa dela.

 

E, depois que aquele indivíduo se vai, parece que a culpa aumenta, por achar que se poderia ter feito algo a mais e não o fez. Acredite! Quando se está desesperado, se faz todo o possível no momento. Tem certas coisas que só aparecem bem depois. Ficar se culpando pelo “se eu tivesse feito isso”, “se eu tivesse feito aquilo”, não vai adiantar nada. Pelo contrário, só vai estar criando um novo problema sem solução.

 

Nem tudo na vida depende unicamente da gente, mas as pessoas precisam saber que não estão sozinhas e que poderão contar conosco, não importa o quê e nem como. O simples fato de se demonstrar apoio já ajuda a confortar e também mostrar que ela ganhou muito mais do que perdeu.

 

A morte só quer uma desculpa pra levar alguém (tirei isso de uma “prateleira”). Ela não pode simplesmente chegar e dizer “eu quero você, fulano e beltrano”. Não é como recrutar um soldado. Ela aplica provas e quem sobreviver a ela continua no jogo da vida.

 

Pra muitas coisas da vida existem remédio, pra outras não. Só o que se pode fazer é tentar ser o melhor possível e seguir em frente.

 

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criado por DIego Francisco    19:51 — Arquivado em: Auto-ajuda — Tags:, , , , ,

27.2.09

Vício de Você

Ao que parece, o ser humano tem a idéia fixa de encontrar um par perfeito ou simplesmente sua alma gêmea. Difícil, não? Sempre se busca nas coisas erradas: alguém que seja como você, com os mesmos tipos de pensamentos e caráter. Se lembra das leis do Tao (masculino e feminino) e da física (os opostos se atraem)?

 

As necessidades do amor ou a solidão fazem com que o apaixonado busque ou pense que conseguiu encontrar o amor dos seus sonhos, no entanto o tempo passa e se passa para os dois que perderam tempo quando estavam longe, devido à ausência de ambos por causa da vida agitada que têm: trabalho, estudo, família etc.

 

Às vezes quando a relação está “doente”, um pede ao outro um tempo com a simples desculpa para refletir um pouco sobre o que quer de verdade. No fundo não se passa de uma forma educada pra se dizer adeus.

 

O que estava forte agora está fraco e então o amor tenta ser o parasita de outra pessoa. Contudo, isso pode se repetir se não receber os devidos cuidados, já que ambos tiveram relacionamentos anteriores e possuem experiência de sobra quanto ao tema.

 

Muitos dos apaixonados se queixam, dizendo que seu amor não tem lhe dado a atenção merecida e que se preocupa mais com outras coisas, mesmo quando os dois oferecem o melhor que há neles, embora não seja o suficiente pra agradar um coração desesperado que às vezes não sabe o que está buscando.

 

Quase que generalizando, eu poderia dizer que um dos problemas para que o sentimento de uma pessoa por outro se acaba é porque o indivíduo precisa de provas diárias que seu amor realmente lhe ama. É como se o amor que um sente fosse o alimento do outro, para que ele também não se enfraqueça. É um vício que muita gente tem, porque nem sempre consegue se amar e ao seu par por si só e por isso precisa sentir que não está amando em vão.

 

Na cama, por exemplo, quando um começa a se sentir exausto, muitas vezes encontra forças para continuar o ato sexual ao olhar nos olhos de seu/sua parceiro(a) ao ver suas expressões de alegria e satisfação. Também é um vício buscar em outra pessoa algo que está em si próprio.

 

Quando se ama se torna adicto do sentimento alheio. A presença e as demonstrações de carinho servem de alimento a quem tem fome, pois são vitaminas para os namorados. Mas, se um indivíduo não é capaz de se amar, como poderá fazê-lo com os demais? Será que são eles que devem encontrar a beleza e as qualidades que o outro tem?

 

Os amores vêm e vão e no fim só restam os sentimentos que um dia houve por outra pessoa. Porém, eles também se vão, e logo chega outra pessoa pra substituir o antigo amor ou ocupar um lugar especial no coração. E assim se conclui que não era de alguém que se dependia, mas de um sentimento e de si mesmo e da necessidade em saber que se é bastante, e que tal pessoa apenas era a manifestação física de algo completamente espiritual: amor.

 

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criado por DIego Francisco    21:35 — Arquivado em: Amor e Sexo — Tags:, , , , , , , , , ,

20.1.09

Momento Inspiração

Comecei a escrever este texto à 01:34 da manhã e só voltei pra cá depois das 16 horas, horário do Brasil. Estou aqui no meu computador tentando continuá-lo. Não quero falar de amor nem sexo, tampouco de problemas de família ou redigir um texto filosófico. Hoje quero fazer algo diferente, que possa estar mais presente na vida do leitor. No entanto, não sei o tema que vou usar. Às vezes a idéia foge à mente, outras vezes a tenho, mas não sinto vontade em escrever. Acredito que isto também acontece com você, não?

 

Há momentos em que escrevemos por puro prazer, outros por uma simples obrigação. Quando se está na escola, por exemplo, e a professora pede ao aluno que escreva um texto sobre determinado assunto ou então qualquer coisa que ele queira, há momentos em que começá-lo se torna difícil.

 

Também estou na mesma situação. Não na escola, mas no meu blog, porque meus leitores (pelo menos aqueles que sempre me acessam ou gostam dos meus posts) têm sede de leitura ou de conhecimento e eu necessito saciá-los. Como? Primeiramente, para o indivíduo que tem que escrever algo já determinado por alguém, tem que pensar sobre o tema, os prós e os contras, seus benefícios e malefícios, soluções, uma visão crítica a respeito do tema, etc.

 

Uma dica muito importante para ser um bom escritor é não ficar repetindo as mesmas palavras em parágrafos próximos, cada um destes com o mesmo número de linhas ou aproximados, podendo ser um pouco maior ou menor que o outro, para uma boa aparência e leveza. Se tiver a oportunidade de fazer um rascunho, será melhor, pois assim poderá ler e corrigir os erros antes de entregar seu trabalho.

 

Se o texto for sobre qualquer coisa que queira, então pense em alguma coisa que lhe faça sentir bem e/ou que realmente sabe, porque terá que argumentá-la, mostrando conhecimento e opinião de modo objetivo ou subjetivo.

 

Aqui eu escolhi falar sobre a falta de idéia que me ocorre às vezes, por estar pensando em certos problemas que me incomodam. Quando temos uma missão, devemos estar prontos pra ela. Não podemos ocupar nossa mente com lembranças que nos fazem desviar de nosso verdadeiro objetivo. Usei meu próprio problema como solução e por isso decidi fazer este texto.

 

Há momentos em que recordar o passado ou ver um filme, por exemplo, nos ajudam a pensar, a arrumar nossa mente, pois ela é como um quarto, e cada coisa deve ficar no seu devido lugar para que saibamos onde está quando a procurarmos. Uma mente desarrumada significa confusões ao ser humano: no amor, trabalho, estudos, família, amigos, etc.

 

Muitos dos males que acontecem a alguém são porque sua cabeça estava bagunçada, ou seja, não estava pronta pra enfrentar um desafio preparado pela vida. Várias fraquezas que uma pessoa tem são por isso, como os vícios, alguns tipos de enfermidades psicológicas, depressão, etc.

 

Uma boa saída pra superar um problema é pensar naquilo que te faz se sentir vivo(a), que tem importância em sua vida. Você precisa buscar seu momento inspiração, o que te dá força pra continuar vivendo ou lutando. Quando encontrar isso, terá muito mais que ouro nas mãos. Provavelmente estará mais perto de uma sabedoria ou vencendo seus medos. É por isso que vemos diariamente pessoas que sofrem muito mais que a gente e mesmo assim são exemplos aos demais, porque encontraram o motor de sua sobrevivência que possivelmente é um amor, um filho, mãe ou pai, um ideal que não podemos questionar ou então o orgulho que se tem em mostrar aos outros que se é mais forte do que se havia imaginado e que aquele ser que todos consideravam fraco se tornou um herói pra si mesmo.

 

Não somos simplesmente uma máquina que não tem descanso. Temos que repousar em alguns instantes, refletir e armazenar energia para continuarmos na luta diária. Parar um pouco pra trabalhar depois não é vergonha ou derrota, mas cuidado a nós mesmos. Rezar, meditar, ouvir música, estar com outras pessoas, rir um pouquinho nos ajudam a recarregar. Amanhã, quando estiver melhor, vai estar inspirado novamente pra viver e agir. Eu busco inspiração na vida, nas coisas que acontecem e naquelas que poderiam ou não ter acontecido. Também me inspiro no caráter das pessoas e em tudo que sei ou gostaria de saber, pra escrever e sobreviver. E você, onde encontra seu momento inspiração?

 

Tem pessoas que dizem que queriam ser como eu, e eu lhes digo que não queiram isso, e que elas precisam ser apenas elas mesmas, porque ninguém é perfeito, inclusive eu. Apenas supero as críticas ao meu respeito em relação ao meu modo de pensar e também de escrever, porque às vezes parece difícil ser compreendido gramaticalmente ou no sentido metafórico. Sobretudo, não desisto de mim mesmo e é isso que você deveria fazer também.

 

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4.1.09

Da Internet à Loucura

Uma das grandes preocupações de muitos pais com os filhos no mundo atual, além de ficarem bastante tempo na rua e que coisas estão fazendo, é o que fazem dentro de casa. Cada vez mais o computador está seduzindo pessoas, tirando-as do mundo e pondo-as em outro mundo, como uma espécie de relação, quase igual a marido e mulher. O que há de tão bom num computador? O que se faz nele? Qual seu benefício e malefício? Tem alguma maneira de arrancar alguém dele? Perguntas como estas necessitam respostas.

 

 

Em primeiro lugar, não é simplesmente um computador que atrai um indivíduo, mas o que lhe dá vida, que é a Internet, possibilitando o contato com pessoas de qualquer parte do mundo. Hoje, o PC se tornou uma ferramenta de trabalho e lazer. Pra muita gente, uma ajuda para economizar tempo, para os preguiçosos, uma desculpa pra continuarem como estão.

 

 

As formas de utilização você já sabe: comprar, vender, pagar contas, conversar, expressar, estudar, etc. Os benefícios são muitos, seus malefícios também. Não vou ficar embromando no texto, porque já tem outros neste blog que explicam isso. No entanto, há um novo contexto, algo que tem deixado muitos pais preocupados: a mania que os filhos têm em ficar o tempo todo na frente de um computador, conversando ou jogando. Cada vez mais, pessoas preferem estar na Internet ao invés de viver uma aventura real. É o irreal ocupando o lugar das coisas práticas ou simples da vida. Uma fuga, pra dizer a verdade. Muitos jovens, principalmente, se sentem melhores estando no mundo virtual, por conseguirem se expressarem mais facilmente com o mundo exterior, libertando sua timidez e satisfazendo o ego. Porém, isso dificulta a sobrevivência no mundo real, como por exemplo, as questões de amor ou simplesmente o viver sem sociedade. Necessita-se disso para o desenvolvimento psicológico.

 

 

Outro grande tormento para os pais são os diversos jogos de Internet, que além de tirar seus filhos da realidade, os iludem também. O pior de tudo é que isso custa muito caro: muitos filhos pedem dinheiro aos pais para comprar tempo num computador ou dinheiro virtual a um “boneco”. Nesses tipos de jogos o indivíduo pode fazer muitas coisas, como por exemplo, comprar um carro (algo que não poderia no mundo real), etc. Seria uma compensação dos sentimentos por tantos fracassos na vida? Talvez. Mas, um perigo maior se oculta nisso: muita gente deixa de viver o real para viver o imaginário, por satisfazer a mente com algo conseguido de modo fácil, pois o que conta é o ego, que é suficiente pra dizer a uma pessoa que ela teve ou não isso ou aquilo, embora não se faça distinção entre uma vitória verdadeira e uma fantasia. É assim que se esconde o problema: por causa disso, muitas pessoas não se importam ou têm vontade de lutar no mundo real, porque o virtual substitui suas emoções e fracassos. Seria loucura ou simplesmente um medo da vida? Se Gasta muito dinheiro assim. Algo já se torna um vício se não for controlado pelos pais.

 

 

Para um filho viciado em Internet, saiba que não será fácil tirá-lo de lá. Tentar proibi-lo poderia ser pior, porque deste modo ele se sentiria mais atraído pela rede, e se não usá-la em casa, provavelmente numa lan-house ou casa de amigos. Não sou nenhum doutor no tema, mas uma das saídas simples seria conversar com ele pouco a pouco, explicando os problemas e perigos de ficar o tempo todo num PC, etc. Inventar passeios e tarefas pra ocupar seu tempo e não deixá-lo na Web é outra opção. Todavia, é bom saber que não deve dizer a ele que está fazendo tais coisas pra tirá-lo de seu vício, pois primeiramente, nenhum viciado reconhece sua mania. Em segundo lugar, seria inútil, pois seria uma guerra declarada, enquanto que essa tem que ser silenciosa. Os pais devem permitir ao filho que continuem usando o PC, mas com moderação. Castigá-lo sem computador seria uma ótima maneira de tirá-lo dele. Talvez fosse importante consultar algum especialista no tema, para saber se é algo temporário ou crônico.

 

 

Muitos pais não compreendem a fascinação de um filho por um computador. Eles precisam saber que no seu tempo não havia esta facilidade. Além disso, o filho está jovem e isso é uma novidade pra ele. Com segurança, eu diria que o PC é o brinquedo de um adulto, assim como um boneco ou bolas de gude, o de uma criança. Muitos adultos ou pessoas com certa idade não se sentem atraídas pelo mundo virtual, simplesmente por falta de tempo, não saberem usar um computador e/ou simplesmente não terem paciência pra aprender a manuseá-lo, enquanto que os jovens conseguem mais facilmente.

 

 

Loucura ou não, a Internet se tornou um meio para o consumo irreal. Ela é capaz de vender, alegria, felicidade, liberdade e fantasia. Loucura não é usá-la para isso, mas sim depender dela pra isso.

 

 

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criado por DIego Francisco    2:00 — Arquivado em: Comunicação — Tags:, , , , , , , , , , , , , ,

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