Mundo DImais. Uma Realidade Mais Perto de Você!

A Filosofia de “Mundo DImais” é procurar novos caminhos para a verdade, que sempre haverá mais que duas respostas/soluções para um problema, e que o “SIM” e o “NÃO”, não são suficientes para agir na vida.

13.7.09

Aids: Uma doença intencional

Antigamente, diziam que a Aids era uma doença de homossexuais e prostitutas. Com o tempo este conceito foi mudando, porque os casos mais comuns de contágio são de pessoas casadas, heterossexualmente falando.

 

Todo mundo sabe que se pega HIV por transfusão de sangue (caso o doador esteja contaminado) ou por relações sexuais. Sendo uma enfermidade de gays, lésbicas e putas, por assim dizer, como é que tem tanta gente que não faz parte destes grupos, que contraíram o vírus?: Pergunte pra muitos maridos que “pulavam a cerca” sem camisinha e depois contaminavam as mulheres em casa, que passavam o dia trabalhando, e por confiar neles não tinha medo de fazer sexo sem proteção!

 

Ninguém pode dizer que a Aids mata, porque é mentira, pois ninguém morre disso. O HIV simplesmente inibe a ação do sistema imunológico do indivíduo, permitindo que se morra de uma pneumonia, tuberculose ou qualquer outra coisa. Portanto, pode sim dizer que morreu com Aids, e não dela. É a única doença que tira o corpo fora quando a acusam, ou seja, é cínica!

 

Das coisas mais simples as pessoas têm medo: beijo no rosto, abraço, aperto de mão. Somente coisas que não contagiam ninguém. Se fosse por isso, todos já estariam doentes, a começar pelo médico que cuida desse tipo de pacientes. Quer ver uma coisa impressionante? São os mosquitos: Eles picam um, outro e mais outro, e não passa o vírus pra ninguém. Realmente surpreende.

 

É possível sim pegar o HIV, se houver contato direto com o sangue do doente, através de uma ferida ou outra coisa. O ser humano tem receio ou discriminação de ficar doente pelas coisas simples acima ditas, mas não tem de outros: alegam fazer sexo com preservativo. O ato sexual consumado sim, mas, e o oral e as preliminares são com camisinha também ou não?

 

Tem gente que passa uma vida inteira sem saber que é portadora do vírus, e vive normalmente, de repente, no dia que descobre, morre da noite para o dia, do nada. Há outras pessoas que sabem da doença, se tratam e vivem por muitos e muitos anos como se nada tivesse acontecido. Tem uma vida normal.

 

Tem pessoas que por não saber que possui o vírus – até porque dependendo do organismo de cada um pode levar meses ou anos pra acusar no sangue – continuam “pulando de galho em galho” e fazendo novas vítimas. Nesse caso ambos são parcialmente inocentes, pois há nisso uma meia culpa por não terem se protegido com preservativos, porque hoje em dia não se pode confiar totalmente em ninguém. Às vezes, a cabeça de baixo fala mais alto do que a de cima!

 

Só que existe um caso que é desconcertante ou difícil de entender: tem gente que mesmo sabendo que possui Aids continua aprontando por aí, como se nada tivesse acontecido, e pior, não informa para o(a) parceiro(a) antes do ato que é portadora do vírus (pelo menos por desencargo de consciência). Tem pessoas que mesmo consciente do problema, continuam tendo filhos, que já vêm com o vírus. Veja a irresponsabilidade, porque muitas vezes a criança cresce sem ter total noção do que é um vírus HIV, e pode acabar passando isso pra outros parceiros, até porque se pensa que só quem tem isso é quem já fez sexo, e não que se nasce com isso, pois não há um cartaz escrito na cara de que se é doente.

 

Recentemente vi um caso na mídia que me chamou muita atenção: o de um travesti que morreu portando o HIV. Segundo jornais, ele já estava contaminado desde 2006, ou seja, morreu em 2009, e mesmo assim continuou fazendo programas/sexo, contagiando outras pessoas. Que safadeza! Não queria morrer sozinho, e sim levando uma turma com ele. Imagine: como devem estar as pessoas que tiveram relações com ele? Muito apreensivos por sinal!

 

Apesar de ser difícil ficar sem sexo, práticas como estas de modo intencional são consideradas crimes em diversos países. Tem cônjuges que depois que descobrem que são portadores de HIV contaminam propositalmente o outro.

 

Quando se vê uma pessoa secar rapidamente, se diz logo que deve estar com Aids. Muitas vezes nem é isso, poderia ser um regime ou também um tratamento contra outro tipo de doença, como um câncer, uma tuberculose etc. Já se criou um estereótipo de que emagrecer demais é porque é portador do HIV.

 

É complicado dizer o que um portador do vírus sente ao saber que está doente: mas é possível pelo menos imaginar que se sente solitário, discriminado, porque muitos o abandonam quando mais precisa de apoio/ajuda, às vezes se é demitido do trabalho sem justa causa etc. Certamente a pessoa deve desejar a morte por achar que o mundo dela acabou.

 

Bom, apesar de ainda não ter uma cura para o vírus HIV, já existe tratamento bastante eficaz contra a doença. O negócio é rezar pra que um dia seja encontrada. Mas, até lá, continue transando com camisinha, independente de acreditar na fidelidade cônjuge ou de sua religião (você conta para o padre/pastor o quê faz, como faz e com quem na cama? Então…), porque todos são passíveis de erros e de tentações. E, embora todos digam já conhecer os cuidados, por que os casos de HIV continuam aumentando?

 

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criado por DIego Francisco    0:03 — Arquivado em: Saúde — Tags:, , , , , , , , ,

8.5.09

Gripe Assassina

Se há um mês alguém lhe perguntasse o que era H1N1, provavelmente não saberia responder, ou então, poderia até dizer que se tratava de algo a ver com a química: que o H era de hidrogênio e o N, de nitrogênio. Antes fosse! Infelizmente as letras não querem dizer isso neste caso, e sim um tipo de vírus até pouco tempo, desconhecido, entre a maioria da população mundial, sendo denominado como gripe suína, entre outros nomes que não é bom citar pra evitar qualquer tipo de referencia ou discriminação.

 

Segundo especialistas no tema, este vírus da gripe pode sofrer mutações e se adaptar a outros. Só que este parece ser diabólico, pois é a mistura da gripe humana com a das aves e a dos porcos, que pode até matar se não for diagnosticado a tempo para que o doente possa receber os devidos cuidados. Diversos órgãos de saúde recomendam que se houver suspeitas desse tipo de enfermidade, que o indivíduo não procure um hospital (para evitar o contágio coletivo), devendo então ligar para o serviço de saúde mais próximo e solicitar a visita de um médico/especialista para que possa fazer todas as verificações, inclusive coletando sangue e todo o material necessário do enfermo que possa ajudar a descobrir a doença e assim, realizar o tratamento imediato.

 

Em diversos lugares o remédio custa uma verdadeira fortuna. Ainda não há uma vacina contra isso, mas governos de vários países já estão desenvolvendo-a. Até então só se pode contar com a sorte ou então fazer tudo pra que a morte chegue logo.

 

Parece que diante de uma quase crise econômica global, que o foco de atenção de mundo tenha se desviado: o dinheiro que poderia ser gasto em entretenimento, supérfluos e vaidades talvez esteja sendo usado pra tentar salvar vidas.

 

O mais intrigante é que um vírus que “ontem” era praticamente inexistente tenha ganho destaque tão rápido no mundo, atacando de uma forma devastadora pessoas de diversas partes do mundo. O impressionante é o fato de chegar tão veloz em diversos continentes. Não foi uma doença gradativa, que contaminou um, depois de muito tempo, até mesmo anos, outra pessoa, e assim por diante. Já veio pra arrasar mesmo! Será que todos os primeiros contaminados por essa gripe estavam no mesmo lugar ao mesmo tempo?

 

Até onde se sabe, não só pelas teorias de Darwin e Lamarck, mas pelas próprias leis da natureza, qualquer ser vivo está em constante mutação, no entanto, precisa-se de bastante tempo pra isso. Pergunto-me se o homem não tem brincado demais em ser deus e se seus desafios agora não estejam contra ele próprio.

 

Só não venha dizer que tudo isso que está acontecendo é porque o mundo esteja perto de se acabar, que é o juízo final ou algo assim, pois desde que a humanidade existe as doenças a persegue.

 

Só espero que uma solução seja encontrada o mais breve possível e que as pessoas continuem se cuidando contra essa gripe, mas sem discriminar os demais, pois bem ou mal estão todos indo pro mesmo barco (tomara que não seja o de Caronte).

 

* Caronte = barqueiro da mitologia grega que levava as almas dos mortos até o mundo inferior.

 

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criado por DIego Francisco    1:48 — Arquivado em: Atualidade — Tags:, , , , , ,

13.2.09

Brasil que não vai pra frente 3: Saúde

Que o país esteja mal das pernas, só em diversos aspectos! Mas quando se diz estar bem ou mal, pensa-se logo em economia, que é o que o faz crescer e sustenta toda uma nação. Parece que os demais problemas não são tão importantes. Talvez, porque ainda se consiga conviver com eles. Enfim, se a saúde de um país é sua economia, deveria-se perguntar quem o faz prosperar. É claro que sua gente que trabalha, dando seu sangue diariamente para que tudo esteja na mais perfeita ordem. E se seu povo não estiver bem, é lógico que nada está bem. Então, porque se oferece um tratamento de saúde péssimo?

 

Em diversos lugares do mundo, como os países ricos ou já muito desenvolvidos, a saúde está em primeiríssimo lugar: não faltam médicos, nem medicamentos, tampouco vagas em hospitais e outros recursos, porque o dinheiro de sua população é bem utilizado. Mas, parece que é só mesmo no Primeiro Mundo, porque o terceiro, que está tentando ir pro segundo, ainda não seguiu seu bom exemplo. Basta ir em diversos hospitais da rede pública (em diversos lugares de qualquer um dos poderes executivos: prefeituras, estados e federal) e ver o caos social de como os pacientes são tratados: faltam médicos ou então vários destes nunca chegam na hora marcada pra consulta (será que fazem isso também nas clínicas particulares onde atuam?). É preciso que se madrugue numa fila horrível de hospital pra se conseguir uma senha pra atendimento, e muitas vezes não se a tem, porque só estavam disponíveis alguns números. Então, é preciso que o paciente tente pegar lugar pro horário da tarde ou pra outro dia. Isso se a sua enfermidade puder esperar. Estou até sendo modesto, porque isto se conseguir atendimento pra tarde. Em muitos casos, marca-se a consulta hoje pra somente voltar daqui há 2 ou 3 meses e finalmente mostrar ao médico o que se tem. Sem contar que muitos pacientes internados no meio do corredor ou sentados em num banco de espera com soro nas veias, porque não há lugar pra colocá-los.

 

Em muitos casos, marca-se a consulta, mas assim mesmo se tenta pegar fila em outros hospitais, pois o que oferecer mais rápido o atendimento, é aonde se vai. Em muitos hospitais e postos de saúde também faltam remédios, dos mais simples aos mais complexos. O que fazer? Se o hospital tiver, tudo bem, mas senão, terá que comprá-los. É até engraçado dizer isso, pra não dizer vergonhoso: de vez em quando os jornais mostram medicamentos armazenados em depósitos da rede pública que perderam a validade e por isso serão queimados. Dinheiro jogado no lixo! Por que não os distribuíram nos hospitais ou mesmo os deram a outros, mesmo sendo de outra esfera do poder executivo? Contudo, há uma coisa que surpreende ainda mais: sempre dizem que não se tem remédio e nem dinheiro, blá, blá, blá, e de repente, acontece uma catástrofe noutro país e o governo começa a mandar medicamentos, água, dinheiro, etc. De onde essas coisas vieram se não havia nem pro seu próprio povo?

 

Quem ganha com a crise na saúde?: As redes particulares de hospitais, pois com a deficiência no sistema de saúde (direito de todos), quem tem dinheiro se sente obrigado a pagar por um plano em casos de emergência, pois a vida não espera, tampouco a morte. O governo também ganha, é claro, porque recebe os impostos sobre esse tipo de prestação de serviço. É preciso prejudicar um lado para que o outro cresça. Não estou dizendo que seus prejuízos são propositais, mas desde que foram inventados órgãos responsáveis em controlar a saúde de sua população, ninguém conseguiu vitória nesse aspecto ou então, há um despreparo muito grande, mesmo para quem possui altos diplomas e graduação nas mais importantes universidades do mundo. Imagine só se o sistema de saúde do Brasil fosse perfeito, com médicos capazes de atender a demanda, hospitais capazes de oferecer remédios e recursos como vagas, aparelhos ultramodernos, etc., não seria então necessário ter as redes particulares médicas que competem como feras por um cliente. Eu disse competem, para aumentar o número de clientes e não pra fazerem um bom atendimento, porque em alguns casos, pacientes não são atendidos, pelo fato de algum plano querer cobrar a mais, alegando que determinadas doenças não estavam na cláusula do contrato, e outras coisas mais (algo que nem o paciente sabia, porque não lhe foi informado ou então, porque é muito chato ficar lendo aquelas letrinhas de um contrato com mais de três páginas).

 

É claro que com a enfermidade da própria saúde no país, muitos políticos acabam adotando isso como uma de suas bandeiras, prometendo a construção de novos hospitais, concursos públicos para área da medicina, medicamentos e outras coisas que você, leitor(a), já está cansado(a) de escutar. Não sou nenhum especialista no assunto, mas suponho que somente a construção de novos postos médicos não vai resolver os problemas da saúde. É preciso que haja um equilíbrio entre postos e médicos. Primeiramente, se deveria cuidar dos hospitais que já existem, colocando a quantidade de médicos suficiente e proporcional ao número de pacientes, pra muito depois se pensar em construir novos e assim redistribuir os enfermos nos outros locais próximos. Se não se consegue cuidar dos que já existem, como fazer isso com os novos e antigos? Enfim, muitos políticos querem deixar provas materiais de seu governo, e não entrarem para os livros de histórias como os que conseguiram curar a saúde. Pura vaidade é lógico!

 

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criado por DIego Francisco    23:18 — Arquivado em: Sociedade — Tags:, , , , , , , , , , , , ,

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