Mundo DImais. Uma Realidade Mais Perto de Você!

A Filosofia de “Mundo DImais” é procurar novos caminhos para a verdade, que sempre haverá mais que duas respostas/soluções para um problema, e que o “SIM” e o “NÃO”, não são suficientes para agir na vida.

8.3.09

Cérebro: Um Ringue Entre a Inteligência e a Loucura

Dizem que todo gênio é um louco, mas nem todo louco é um gênio. Em todo louco há um pouquinho de ingenuidade, porque nem sempre sabe o que está fazendo. Se o sabe, age como tal por puro instinto. Em geral, um louco não sabe que o é, muitas vezes não tem sequer a consciência de si mesmo, de que existe ou qualquer coisa que seja. No entanto, o maior louco é aquele que sabe o que está fazendo e a conseqüências de seus atos, e mesmo assim continua. É como “dar murros em ponta de faca” ou “bater a cabeça na parede”.

 

Também dizem que de médico e louco todos temos um pouco. Adoramos medicar alguém para não precisar ir a um hospital. Se é médico ao receitar algo que provavelmente já tomamos, mas se é louco ao seguir tais recomendações, pois um remédio errado pode até matar.

 

Genialidade e loucura são os dos extremos que duelam constantemente no cérebro, que é uma espécie de ringue, aliás, a maior luta que o ser humano tem é com ele próprio na busca de sua auto-afirmação.

 

Inteligência se define como a capacidade de raciocinar, de agir, usar a mente de maneira prática e objetiva, de perceber minuciosamente detalhes, colocando as pessoas à frente de outras quanto às suas capacidades.

 

Genialidade nada mais é do que uma inteligência em alto grau, uma mente criadora e difícil de acompanhar, porque já está a anos-luz em relação aos demais.

 

Loucura, no sentido deste texto, seria a falta de lucidez, o oposto à inteligência, seria um estado de insanidade mental ou falta de consciência de si mesmo e de responsabilidade por seus atos.

 

É difícil compreender a loucura de um indivíduo, no entanto quase impossível compreender a sua genialidade ou inteligência super favorável e até mesmo invejável.

 

O bom louco é aquele que não faz mal a ninguém, gosta de se arriscar pelo que acredita. É alguém um pouco atrapalhado ou até mesmo desorganizado. É simplesmente alguém que faz o que muitos gostariam e não têm coragem. Poderia ser entendido também como um inconseqüente. Enquanto que o mau louco é o que prejudica tudo ao seu redor, machuca os demais e não conhece limites entre si mesmo e os outros.

 

Do mesmo modo que um louco pode ser inteligente, - ora agindo com total lucidez, fazendo desde coisas simples até as mais complicadas para nós que pensamos ser normais, ora por algum tipo de influência lunática ou embriaguez emocional, podendo agir conscientemente ou então de modo oposto, -  um inteligente pode ser louco, usando sua mente tanto para o bem quanto para o mal. É o livre-arbítrio ou o instinto de um ser que fala mais alto.

 

Existem vários tipos de inteligência: uma é aquela em que o indivíduo usa simplesmente a lógica, observando o seu cotidiano e faz uma análise e chega à uma conclusão, a outra (porque não posso falar de todas) é a emocional: varia conforme as condições psíquicas de determinada pessoa, que sofre influências interna e/ou externa. Esta talvez seja a mais difícil de explicar, porque a sua razão está na emoção e sua emoção é a razão pra tanta genialidade. Geralmente, este tipo de pessoa possui uma espécie de abismo ou oceano emocional (sua mente é muito profunda e difícil de ser analisada).

 

De onde vem a inteligência? Provavelmente esta é uma harmonia entre corpo e alma, pois ambos precisam estar em total sintonia para se manifestarem. Mas, se você ainda não estiver conformado(a) com essa resposta, ela pode ser adquirida aqui e/ou também ser herança de vidas passadas (para quem acredita nisso). Um indivíduo pode ser inteligente, no entanto seu corpo limita sua manifestação, devido a algum problema emocional ou físico. Ou então, é possível ter um corpo em perfeito funcionamento e, contudo, a mente sofrer limitações. Para que um braço, perna, boca, se mexa, por exemplo, é preciso que o cérebro dê ordem para isso. Mas, você não consegue dar ordem ao cérebro para pensar nisso ou naquilo: ele simplesmente o faz e você é conduzido(a) por ele.

 

Sei que você está louco(a) pra saber de onde vem a loucura. Mesmo que eu me tornasse um, jamais poderia dizer, pois loucos em geral não sabem que o são e o que fazem. A loucura pode ser um estado de impulso temporário ou então eterno. Dizem que a lua cheia exerce influência naqueles que têm problemas mentais.

 

Cassandra de Tróia foi castigada pelo deus grego do sol, Apolo, por rejeitar ser sua amante, sendo considerada louca em suas previsões sobre o futuro de sua cidade. Seria loucura ou genialidade da parte dela? Se faz muito mais loucuras por amor do que por qualquer outra coisa, e Apolo está incluído nisso, pois preferiu punir seu amor através de seu sentimento mesquinho para provar a ela que sem ele não era advinha.

 

Nicolau Copérnico, cientista, astrólogo e tantas outras coisas, levantou a teoria de que o sol seria o centro do universo e não a Terra como se acreditava. Mais tarde se confirmou com os esforços de Galileu e Kepler. É lógico que foi considerado um louco pela igreja, por ser uma ameaça às crenças “cristãs”.

 

Na verdade, a diferença entre um gênio e um louco pode ser mínima se comparada suas atitudes e dependendo do ponto de vista de quem analisa. Um gênio é admirado, enquanto um louco, desacreditado, até que suas fantasias se tornem realidade por ele ou por outra pessoa.

 

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27.2.09

Vício de Você

Ao que parece, o ser humano tem a idéia fixa de encontrar um par perfeito ou simplesmente sua alma gêmea. Difícil, não? Sempre se busca nas coisas erradas: alguém que seja como você, com os mesmos tipos de pensamentos e caráter. Se lembra das leis do Tao (masculino e feminino) e da física (os opostos se atraem)?

 

As necessidades do amor ou a solidão fazem com que o apaixonado busque ou pense que conseguiu encontrar o amor dos seus sonhos, no entanto o tempo passa e se passa para os dois que perderam tempo quando estavam longe, devido à ausência de ambos por causa da vida agitada que têm: trabalho, estudo, família etc.

 

Às vezes quando a relação está “doente”, um pede ao outro um tempo com a simples desculpa para refletir um pouco sobre o que quer de verdade. No fundo não se passa de uma forma educada pra se dizer adeus.

 

O que estava forte agora está fraco e então o amor tenta ser o parasita de outra pessoa. Contudo, isso pode se repetir se não receber os devidos cuidados, já que ambos tiveram relacionamentos anteriores e possuem experiência de sobra quanto ao tema.

 

Muitos dos apaixonados se queixam, dizendo que seu amor não tem lhe dado a atenção merecida e que se preocupa mais com outras coisas, mesmo quando os dois oferecem o melhor que há neles, embora não seja o suficiente pra agradar um coração desesperado que às vezes não sabe o que está buscando.

 

Quase que generalizando, eu poderia dizer que um dos problemas para que o sentimento de uma pessoa por outro se acaba é porque o indivíduo precisa de provas diárias que seu amor realmente lhe ama. É como se o amor que um sente fosse o alimento do outro, para que ele também não se enfraqueça. É um vício que muita gente tem, porque nem sempre consegue se amar e ao seu par por si só e por isso precisa sentir que não está amando em vão.

 

Na cama, por exemplo, quando um começa a se sentir exausto, muitas vezes encontra forças para continuar o ato sexual ao olhar nos olhos de seu/sua parceiro(a) ao ver suas expressões de alegria e satisfação. Também é um vício buscar em outra pessoa algo que está em si próprio.

 

Quando se ama se torna adicto do sentimento alheio. A presença e as demonstrações de carinho servem de alimento a quem tem fome, pois são vitaminas para os namorados. Mas, se um indivíduo não é capaz de se amar, como poderá fazê-lo com os demais? Será que são eles que devem encontrar a beleza e as qualidades que o outro tem?

 

Os amores vêm e vão e no fim só restam os sentimentos que um dia houve por outra pessoa. Porém, eles também se vão, e logo chega outra pessoa pra substituir o antigo amor ou ocupar um lugar especial no coração. E assim se conclui que não era de alguém que se dependia, mas de um sentimento e de si mesmo e da necessidade em saber que se é bastante, e que tal pessoa apenas era a manifestação física de algo completamente espiritual: amor.

 

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31.1.09

São Sintomas de Amor

Parece que o amor resolveu sacanear o nosso “eu”. É como um parasita. Pra sobreviver precisa habitar outro indivíduo. Ele se aloja no coração e sobe pra cabeça. Vai pro cérebro não como uma solitária que faz tudo para honrar o seu nome, mas justamente pra fazer o contrário: sair da solidão.

 

O amor pode causar febre: faz com que o indivíduo soe de frio e de nervoso. Pra falar a verdade não é uma doença, mas pode trazer várias: depressão, estresse, ansiedade, taquicardia, e um monte de coisas. Para uns e dependendo do momento em que cada pessoa se encontre, esse veneno pode fazer um bem enorme, enquanto que pra outros, só traz problemas.

 

O amor é capaz de fazer com que o ser humano tenha alucinações, por exemplo, fazendo com que se veja beleza onde não há, qualidades onde não existem. Até mesmo enxergar o irreal. É como uma miragem no deserto. Muitas vezes o amor faz com que se entenda o errado, pensando que se trata de amor, quando só é uma simples e inocente amizade. Ou então, quando se pensa que é apenas amizade, no fundo é amor. Inclusive o amor é capaz de muitas vezes, dependendo de seu grau, destruir o sistema imunológico de consciência do hospedeiro (apaixonado), tornando-o vulnerável à solidão, medo e necessidades sexuais.

 

Não existe uma vacina contra os males do amor: raiva, por exemplo. Não é a mesma que um gato ou cachorro pode transmitir, mas seus estragos também podem ser grandes.

 

Amar é um fenômeno que ocorre devido à perda de vários sentidos: visão (não se quer enxergar a realidade ou quem o outro é de fato), audição (não se quer escutar as vozes da experiência e da razão), olfato (não consegue farejar o que pode estar cheirando mal), tato (por não saber distinguir um toque sincero e um malicioso) e por fim, o sexto sentido (intuição. Alguma coisa está nos avisando pra fazer ou não fazer isso ou aquilo, mas não se obedece aos instintos).

 

Amor causa problemas emocionais: faz com que o hospedeiro (apaixonado) fique o tempo todo no mundo da lua, imaginando mil e uma coisas com a outra pessoa; ensina a mentir; faz com que o indivíduo tenha sentimentos que nem sempre lhes são próprios, como a bondade, por exemplo; causa dependência física e psíquica e depois que se o conhece uma vez, se o quer sempre. Seu dependente não consegue mais viver sem.

 

Em excesso, o amor causa loucura. Múltiplos casos fazem nascer dois sinais na cabeça. Uma vez que os tem, não se tira mais. Tem gente que diz até que o amor mata. Outros dizem que o problema de certas pessoas é a falta de um. Apesar de não ter remédio contra ele, é preciso aprender a conviver com isso. Muitas vezes se torna a cura para determinados males emocionais. Também desperta sentimentos de vaidade, fazendo com que o indivíduo sempre esteja de banho tomado, roupas limpas e bonitas, até mesmo novas, perfumado, com sua estima lá no alto, entre outras coisas mais. Enfim, pra quem não gosta de água como gato, acaba se tornando um benefício.

 

Enfim, perdoe o “eu” de cada um, pois este não tem culpa de ter se apaixonado por você. Não foi porque quis, e sim um sintoma de amor. Se você o alimentar, poderá viver por bastante tempo, mas se não o fizer, provavelmente morrerá de tristeza ou de fome.

 

Que o amor também causa medo, todo mundo sabe disso. Medo de não conseguir, e depois que o se tem, de perdê-lo. Se existe um remédio pra não se apaixonar? Não há. Nem sempre o ódio é o melhor antídoto, pois muitas vezes essa ira que se tem dentro de si significa um amor muito maior do que quem diz verdadeiramente amar. É a síndrome do amor não-confesso.

 

O amor é um sentimento que vai e volta, assim como um resfriado. Só que está mais pra um resfriado mal curado do que pra qualquer outra coisa.

 

Também dizem que o amor perdoa. Quem perdoa?: O amor ou o amante? Será que esse perdão é mesmo verdadeiro, de livre e espontânea vontade do indivíduo ou se trata de mais um sentimento alucinógeno, como efeito de uma droga hormonal que percorre o corpo de uma pessoa, provocando tais reações?

 

Será que o amor se trataria de uma mandinga e todo sentimento que uma pessoa sente por outra seria apenas porque alguém lhe pôs um feitiço? Bom, se fosse há muito tempo atrás, essas pessoas muito belas e de forte carisma, que tivesse um dom de Afrodite ou fossem um Dom Juan, provavelmente estariam numa fogueira por crime de sedução, mas hoje, parece que as pessoas gostam quando um ser é muito paquerado. É como se isso lhe instigasse mais a querer a competir e ganhar o que todos querem e só um pode ter.

 

Enquanto não se arranja uma cura contra os males do amor, é preciso saber conviver com ele, não deixando que o supere a razão e nem permitindo que tudo o que parece lógico atrapalhe o coração. É preciso um equilíbrio entre ambos para que se possa viver em harmonia com o próprio “eu”.

 

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4.1.09

Da Internet à Loucura

Uma das grandes preocupações de muitos pais com os filhos no mundo atual, além de ficarem bastante tempo na rua e que coisas estão fazendo, é o que fazem dentro de casa. Cada vez mais o computador está seduzindo pessoas, tirando-as do mundo e pondo-as em outro mundo, como uma espécie de relação, quase igual a marido e mulher. O que há de tão bom num computador? O que se faz nele? Qual seu benefício e malefício? Tem alguma maneira de arrancar alguém dele? Perguntas como estas necessitam respostas.

 

 

Em primeiro lugar, não é simplesmente um computador que atrai um indivíduo, mas o que lhe dá vida, que é a Internet, possibilitando o contato com pessoas de qualquer parte do mundo. Hoje, o PC se tornou uma ferramenta de trabalho e lazer. Pra muita gente, uma ajuda para economizar tempo, para os preguiçosos, uma desculpa pra continuarem como estão.

 

 

As formas de utilização você já sabe: comprar, vender, pagar contas, conversar, expressar, estudar, etc. Os benefícios são muitos, seus malefícios também. Não vou ficar embromando no texto, porque já tem outros neste blog que explicam isso. No entanto, há um novo contexto, algo que tem deixado muitos pais preocupados: a mania que os filhos têm em ficar o tempo todo na frente de um computador, conversando ou jogando. Cada vez mais, pessoas preferem estar na Internet ao invés de viver uma aventura real. É o irreal ocupando o lugar das coisas práticas ou simples da vida. Uma fuga, pra dizer a verdade. Muitos jovens, principalmente, se sentem melhores estando no mundo virtual, por conseguirem se expressarem mais facilmente com o mundo exterior, libertando sua timidez e satisfazendo o ego. Porém, isso dificulta a sobrevivência no mundo real, como por exemplo, as questões de amor ou simplesmente o viver sem sociedade. Necessita-se disso para o desenvolvimento psicológico.

 

 

Outro grande tormento para os pais são os diversos jogos de Internet, que além de tirar seus filhos da realidade, os iludem também. O pior de tudo é que isso custa muito caro: muitos filhos pedem dinheiro aos pais para comprar tempo num computador ou dinheiro virtual a um “boneco”. Nesses tipos de jogos o indivíduo pode fazer muitas coisas, como por exemplo, comprar um carro (algo que não poderia no mundo real), etc. Seria uma compensação dos sentimentos por tantos fracassos na vida? Talvez. Mas, um perigo maior se oculta nisso: muita gente deixa de viver o real para viver o imaginário, por satisfazer a mente com algo conseguido de modo fácil, pois o que conta é o ego, que é suficiente pra dizer a uma pessoa que ela teve ou não isso ou aquilo, embora não se faça distinção entre uma vitória verdadeira e uma fantasia. É assim que se esconde o problema: por causa disso, muitas pessoas não se importam ou têm vontade de lutar no mundo real, porque o virtual substitui suas emoções e fracassos. Seria loucura ou simplesmente um medo da vida? Se Gasta muito dinheiro assim. Algo já se torna um vício se não for controlado pelos pais.

 

 

Para um filho viciado em Internet, saiba que não será fácil tirá-lo de lá. Tentar proibi-lo poderia ser pior, porque deste modo ele se sentiria mais atraído pela rede, e se não usá-la em casa, provavelmente numa lan-house ou casa de amigos. Não sou nenhum doutor no tema, mas uma das saídas simples seria conversar com ele pouco a pouco, explicando os problemas e perigos de ficar o tempo todo num PC, etc. Inventar passeios e tarefas pra ocupar seu tempo e não deixá-lo na Web é outra opção. Todavia, é bom saber que não deve dizer a ele que está fazendo tais coisas pra tirá-lo de seu vício, pois primeiramente, nenhum viciado reconhece sua mania. Em segundo lugar, seria inútil, pois seria uma guerra declarada, enquanto que essa tem que ser silenciosa. Os pais devem permitir ao filho que continuem usando o PC, mas com moderação. Castigá-lo sem computador seria uma ótima maneira de tirá-lo dele. Talvez fosse importante consultar algum especialista no tema, para saber se é algo temporário ou crônico.

 

 

Muitos pais não compreendem a fascinação de um filho por um computador. Eles precisam saber que no seu tempo não havia esta facilidade. Além disso, o filho está jovem e isso é uma novidade pra ele. Com segurança, eu diria que o PC é o brinquedo de um adulto, assim como um boneco ou bolas de gude, o de uma criança. Muitos adultos ou pessoas com certa idade não se sentem atraídas pelo mundo virtual, simplesmente por falta de tempo, não saberem usar um computador e/ou simplesmente não terem paciência pra aprender a manuseá-lo, enquanto que os jovens conseguem mais facilmente.

 

 

Loucura ou não, a Internet se tornou um meio para o consumo irreal. Ela é capaz de vender, alegria, felicidade, liberdade e fantasia. Loucura não é usá-la para isso, mas sim depender dela pra isso.

 

 

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