Mundo DImais. Uma Realidade Mais Perto de Você!

A Filosofia de “Mundo DImais” é procurar novos caminhos para a verdade, que sempre haverá mais que duas respostas/soluções para um problema, e que o “SIM” e o “NÃO”, não são suficientes para agir na vida.

1.3.09

Os Velhos Também Amam

Quem disse que o que está velho já não funciona mais ou está morto? Se você pensa assim, engana-se “quadradamente”, pois se enganar redondamente seria pra uma pessoa de mente aberta e não alguém cheio de preconceitos e de visão singular da vida, visto que o mundo é redondo! O fato de uma pessoa estar com certa idade não quer dizer que ela tenha se aposentado da vida ou de si própria. Pelo contrário, é quando ela talvez esteja melhor consigo mesma, porque já viveu muito, experimentou de tudo um pouco e não tem mais aquele tormento psicológico pelo que os demais vão falar se fizer isso ou aquilo, porque simplesmente nada mais parece importar ou então, viver até as coisas mais simples importa.

 

Quando uma pessoa está realmente velha? Depois dos 30, dos 40, dos 50, depois de quanto? Até onde se sabe, a partir do momento em que se nasce até a morte, o ser humano envelhece diariamente, mas parece que isso só começa a chamar mesmo atenção quando os primeiros cabelos brancos aparecem ou então aquelas pregas ao redor dos olhos. É um horror quando isso ocorre. Haja cremes, cirurgia (pra quem pode), simpatias (ninguém foge do tempo ou de si próprio) e muito desespero por parte de narcisistas.

 

Para muitos filhos é mais cômodo pensar que seus pais, depois de uma certa idade, não fazem mais nada na cama, além de pôr a cabeça no travesseiro e roncarem. Kkkkkk. Só vão saber da verdade quando estiverem com a mesma idade. Parece sujo ficar imaginando que o pai com aquela idade tenha coragem de “maltratar” assim a mãe, coitadinha, velhinha e/ou que façam outras posições além do tradicional “papai-e-mamãe” que está mais pra “vovô-e-vovó”. Como se sexo fosse sofrimento! Tem casais que dormem em camas ou quartos separados e mesmo assim “batem ponto” de vez em quando.

 

Tem velhinhos de mais de 60 com jovens de 18 anos por aí. O que seria?: Pai/mãe e filho(a), vovô(ó) e netinho(a) ou um(a) “papa-anjo” (não existe anjos num relacionamento)? No mundo artístico tem muito disso. Se fosse uma pessoa comum ou qualquer, o velhinho seria chamado de trouxa ou então de tarado e, provavelmente a moça, de aproveitadora, piranha etc., e que só está se aproveitando do “pobre coitado” que pela idade não tem mais juízo. Se isso ocorrer no mundo artístico não tem o menor problema. Inclusive tem gente que acha legal, bonito, pra dizer a verdade. Talvez um relacionamento entre uma celebridade bem mais velha - masculina ou feminina, - e alguém comum seja uma forma de vender-se ao outro. Só pra não ficar ofensivo, um escambo: o artista concede ao jovem nome, fama e um pouquinho de sua riqueza, enquanto que o jovem em troca lhe dá auto-estima, por fazê-lo sentir capaz de ainda bancar o conquistador. Ou no fundo, o artista só procura uma companhia, alguém pra conversar, cuidar dele, mas que goste dele, por sentir-se solitário.

 

É claro que o que foi descrito no parágrafo anterior não se aplica a todo mundo: tem pessoas que realmente querem algo sério com alguém de certa idade. Há muita gente, por exemplo, na faixa dos 30 a 40 anos, que procura um relacionamento com alguém muito mais velho, por sentir algum tipo de atração ou então por desejar uma vida mais madura a dois, por saber que nenhum dos dois tem mais filhos pequenos ou qualquer coisa que lhes dêem trabalho. E, se duvidar, uma união entre pessoas de distintas idades pode ser até melhor do que com dois de uma mesma faixa, porque uma das partes ainda pode estar muito imatura, embora o verdadeiro sentimento de maturidade não esteja no relógio que o tempo dá a cada um, mas a partir das experiências e do caráter de cada indivíduo.

 

Independente das sacanagens que possam ou não rolar, envolvendo idosos, o amor que sentem ainda pode ser o mesmo. O coração não envelhece. Os muitos desafios que um casal enfrenta na vida pra permanecerem juntos renovam os sentimentos, porque se tornaram maduros ao aperfeiçoar-se aos exageros e limitações do outro, por compreenderem que cada um tem seu lugar e que juntos formam outro mundo.

 

Não existe idade pra amar e não é por simplesmente estar velho que não exista mais um coração batendo. Pode não palpitar mais como o de um jovem, que tem mais facilidade pra se enganar com suas batidas, mas bate, e certamente com mais segurança, porque seus tempos de travessuras talvez tenham acabado (pra muitos idosos está apenas começando). Essa coisa de jovem ter de namorar jovem e velho só com velho é algo do passado. Qualquer regra é puro preconceito e não há nenhuma lei que conteste a isso.

 

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criado por DIego Francisco    20:53 — Arquivado em: Amor e Sexo — Tags:, , , , , , , ,

21.2.09

No Céu, na Terra e no Inferno: está tudo em festa

Um feriado prolongado vem aí. O universo está um alvoroço só. No inferno, muitos preparativos para receber os novos hóspedes. Uma big festa para dizer a verdade. No Céu haverá uma pequena recepção, apenas para os mais íntimos, até porque poucos receberam convites. Aqui na Terra é o clima de carnaval que toma de conta da emoção do povo. É o universo em festa.

 

Bebidas, música e sexo, muito sexo sem precaução com doenças venéreas, contagiam o momento. As festas em honra a Dionísio, deus do vinho e das orgias na Grécia e Roma antiga, conhecida como bacanais, eram formas de culto ao deus. Hoje, um pouco mais modesta e comportada, passou a se chamar carnaval.

 

“Se beber não dirija e se dirigir não beba” não passa de uma frase e desperdício de dinheiro em propagandas que infelizmente não conseguem apelar para a responsabilidade e bom senso de muitos motoristas nas estradas. Além de o indivíduo dirigir bêbado, expondo-se ao perigo, ainda está ferindo o direito de os demais de estarem vivos. É uma ameaça no volante. Aliás, dirigir alcoolizado deveria ser um crime doloso, com intenção mesmo de matar! Bom, se fosse só o fato de o condutor se matar, tudo bem, já está com o convite para a festa no inferno mesmo, mas o problema é que leva inocentes ao Céu, quando desejavam ainda estar mais um pouco na Terra com sua família.

 

A morte não pára de trabalhar, inclusive fazendo horas-extras. Não está tendo folga nem pro lanche (se é que não esteja se alimentando da mortandade). Quem diz isso não sou eu, mas as estatísticas pós-carnaval e/ou pós-feriados prolongados que mostram o aumento de vítimas de acidentes de trânsito em relação ao mesmo período do ano passado.

 

Música? A que se ouve é a das sirenes de ambulâncias, bombeiros e carros de polícia, e claro, muito chororô com aquelas palavras de sempre: “coitado(a) era tão novinho(a), tão bonzinho(boazinha), não merecia isso!” Será que os profissionais que zelam pela segurança e saúde da população mereciam estar trabalhando em pleno feriado, longe da família, enquanto todo mundo fica pulando e se divertindo?

 

Sexo não mata ninguém, mas fazê-lo sem “proteção” sim. E, se não morrer durante o carnaval, provavelmente em conseqüência do que possa ter feito durante. Nesse caso se morre lentamente. É a morte brincando com o ser humano. É claro que não é o carnaval que mata, no entanto é nessa época em que as pessoas parecem estar mais agitadas.

 

O excesso de alegria de uns acaba com a de outros. É uma comemoração inconseqüente e egoísta, pra dizer a verdade. A cada feriado prolongado e durante todos os anos é a mesma coisa. As pessoas não se previnem contra o que seus próprios males possam causar aos outros e a si próprias.

 

No Céu um coro cantado por anjos esperam os bons. No inferno, muita música, literalmente um som infernal, reunindo diversos ídolos que farão um especial para seus fãs. Já na Terra há um misto de Céu e inferno, pois enquanto uns estão num clima aparente de paz e harmonia, outros estão presenciando o próprio submundo, sofrendo com a perda de um ente querido ou então, vítimas de algum assalto ou qualquer tipo de violência do gênero.

 

O lema na verdade deveria ser outro: “se não sabe se divertir, então não se divirta, mas deixe quem quiser fazer isso”. Como se as pessoas fossem respeitar (sem generalizar), pois não respeitam nem as leis de trânsito, tão simples, como poderiam fazer isso em benefício de outrem?!

 

Bom, termino aqui meu texto, mas lembre-se sempre: independente de ser carnaval ou não, sempre faça sexo com uso de preservativos, e se beber vá de táxi ou então procure saber se o local onde você for, oferece serviço de motorista que possa lhe levar em casa, porque esse negócio de “amigo da vez” nem sempre dá certo, porque acaba que este fica na vontade e pode até pensar que só um copinho não fará mal a ninguém e nem o deixará bêbado.

 

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criado por DIego Francisco    1:19 — Arquivado em: Sociedade — Tags:, , , , , , , , , , , , , , ,

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