Mundo DImais. Uma Realidade Mais Perto de Você!

A Filosofia de “Mundo DImais” é procurar novos caminhos para a verdade, que sempre haverá mais que duas respostas/soluções para um problema, e que o “SIM” e o “NÃO”, não são suficientes para agir na vida.

21.9.09

República do Coração

A quem pertence de verdade um coração?: A você que o carrega ou ao amor que por ele bate? Se há um mundo realmente a ser conquistado é o que existe do lado de dentro do peito, e quem o consegue, mesmo que de modo passageiro, se torna presidente dele. É o único governo no qual não houve covardia para dominá-lo, e sim um jogo de sedução e de interesses, no qual dois seres são cúmplices e vítimas ao mesmo tempo, aproveitando-se das necessidades sentimentais e/ou instintivas um do outro para se favorecerem.

              

É claro que governar um coração pode ser algo temporário, e também compartilhado: no mesmo lugar onde tem um espaço para tanto amor, há outro para o ódio, a tristeza e outras sensações humanas. Lá dentro há um baú infinito de toda a essência de uma existência.

 

Por que a paixão está no coração e não no cérebro?:

 

 

Para ler o restante deste texto, acesse: http://mundodimais.com.br

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18.7.09

Cleptopolítica: Um crime sem punição

Segundo o Dicionário de Língua Portuguesa, Michaellis, (já que o mais popular deles infelizmente não oferece consulta grátis de vocábulos pela Internet), a palavra “Cleptomania” significa: “sf Impulso neurótico persistente para o furto, especialmente sem motivo econômico.”, enquanto que “política”: 1 sf Arte ou ciência de governar.” Etc. Isso tudo estou certo de que você já sabia, mas agora vamos fazer uma junção para criarmos outra palavra, vamos unir o inútil ao desagradável: “Cleptopolítica”, um substantivo composto pelas palavras Clepto + Política.

 

O primeiro indício da doença nestes indivíduos já começa por “tirar” o espaço na mídia, obrigando emissoras de rádio e TV a interromperem suas programações para dar espaço a eles. É lógico que a grande maioria das pessoas detesta: a novela vai começar mais tarde, o jogo vai demorar a passar, você só estava esperando o jornal acabar pra poder dormir, entre outras coisas.

 

Primeiro se chama atenção da mídia para poder se ingressar numa vida pública, através do seu inocente e desnecessário voto, e depois, não param mais de atrair os olhares midiáticos: é escândalo daqui, escândalo dali. Nada vira pizza, porque esta dá pra oito, e certamente você não foi convidado pra essa festinha. Tudo está mais pra hot-dog, e quem leva a salsicha como sempre é o povo.

 

É lógico que o indivíduo que sofre de “cleptopolítica” não é culpado dos próprios erros: deve ser tanto dinheiro na frente dele, tantas oportunidades e facilidades, que o enfermo deve se sentir tentado!!! É um tal de usar dinheiro público pra se contratar “gasparzinhos” e “geléias”, que os caça-fantasmas não conseguem dar de conta. No fim só se vê a cara feia do bicho-papão rindo de todo mundo. Pra dizer a verdade, a contratação de assessores políticos também deveria ser feita mediante a um concurso público, para dar chance a todos, mesmo que fosse um cargo temporário!

 

Uma das conseqüências da “cleptopolítica” - além de furtar os bens da nação, de modo inocente, alegando ser um direito que se tem para usar e administrar o patrimônio público como desejar – é roubar a esperança do povo: as pessoas simplesmente não acreditam mais. Muitas votam por obrigação, ao invés de apenas comparecem num colégio eleitoral pra digitarem qualquer número naquela maquininha (ou será que é isso que elas têm feito?) e assinar o bendito nome, ou ao menos carimbar o polegar.

 

Outro problema dessa doença é que são sempre as mesmas pessoas no poder. Jovens e sonhadores políticos nem sempre têm vez, se não tiverem um “bom” padrinho e um ótimo investimento financeiro com publicidade, além de um cargo qualquer pra usar como currículo de vida pública.

 

A política é igual a uma teia de aranha: tudo está interligado. Qualquer movimento em um dos muitos fios o aracnídeo já sabe logo. Sempre com muitos ovos pra deixar alguém no lugar dele ou tomando de conta do que o pertence até a morte (isso se de lá de baixo não continuar manipulando tudo aqui).

 

Teoricamente e com base nesse tipo de patologia, o doente é vítima de si mesmo, porque rouba sem necessidade. É apenas um distúrbio, e já está na natureza dele. Será realmente só isso? Será que neste caso clínico no qual se pode declarar “perdido” o “cleptopolítico” não age como tal pra poder se manter em atividade e financeiramente?

 

Uma coisa não pode deixar de dita: nem todo político é cleptomaníaco, e nem todo cleptomaníaco é político. Apesar de muitos ou todos esses tipos de delinqüentes não serem punidos, só quem paga o “pato” é você, já que, como dizem por aí: “a corda sempre arrebenta para o lado mais fraco.”

 

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criado por DIego Francisco    14:41 — Arquivado em: Sociedade — Tags:, , , , , , , , , , , ,

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