Mundo DImais. Uma Realidade Mais Perto de Você!

A Filosofia de “Mundo DImais” é procurar novos caminhos para a verdade, que sempre haverá mais que duas respostas/soluções para um problema, e que o “SIM” e o “NÃO”, não são suficientes para agir na vida.

26.7.09

Como fugir de um chefe tarado?

Não importa o emprego que você esteja, porque as histórias são as mesmas: tem sempre um(a) colega invejoso(a), um chefe tarado e uma funcionária que é amante dele. Um dos problemas cotidianos é como lidar com as cantadas dele: os olhares são intensos, constantes e provocantes. A todo instante determinada mulher é chamada por ele que sempre arranja uma desculpa pra pedir algo, e sempre com um sorriso cínico no rosto. Se ela perceber e não gostar, começa a se sentir incomodada com a situação. Quando ela sai, ele fica admirando o bumbum dela (coisa normal de qualquer homem), no entanto, se olha para atrás, isto era o sinal que ele precisava para continuar insistindo numa relação. Pouco a pouco a intimidade aumenta entre os dois: hoje, um olhar tarado; amanhã, quer saber se ela é casada ou solteira e se tem filhos; e depois, alguns elogios ao corpo e roupas dela. Se inicia uma série de convites para o cinema, shopping e outros lugares. Mais tarde já rolam alguns presentes, como: flores, chocolates e calcinhas vermelhas.

 

Tudo vai depender da reação dela com o chefe: se ela ficar calada pode estar tentando ignorá-lo, por acreditar que ele vai entender que ela não quer nada com ele e vai logo esquecê-la, ou então, que consente os galanteios (já que às vezes o silêncio é uma forma de se dizer sim).

 

Se o chefe for correspondido com um sorriso, isto significa que a partir de tal momento ele pode dar mais um passo. Cada vez mais ele se torna indiscreto ou descarado. Mas, se fizerem uma cara feia ou má, como de alguém que não esteja gostando de algo, isso poderá ser a resposta às tentativas de sedução, dizendo de maneira educada que não se está contente com isso e que ele tem que parar. Os últimos esforços para que ele desista de uma vez por toda dessa idéia fixa em possuir você são: apresentar o marido a ele, porque assim se sentirá envergonhado, ou então, ter uma conversa sincera e aberta, dizendo que não há nenhum interesse nele e que as coisas não podem continuar como estão. Existem casos em que mesmo apresentando o marido, o chefe fica insistindo nas provocações, tornando-se mais sem-vergonha que antes.

 

O que é muito importante já desde o primeiro dia de trabalho é demonstrar seriedade e respeito, não usando roupas provocantes ou inadequadas para alguém que busca ser visto pelas qualidades profissionais. É preciso tratar um chefe como chefe, e não como um amigo qualquer, porque embora ele seja um colega de trabalho, está acima dos demais empregados. É claro que não se deve ser antipático(a), mas um empregado precisa saber a sua condição numa empresa, porque assim mantém uma amizade saudável e também não perde o emprego quando a relação amorosa acabar.

 

Quando se é amante de um chefe, não se trabalha mais como antes, se perde a vontade, porque se acredita que tem mais poder que os demais colegas e que nunca vai ser demitido(a): desta maneira faz com que os outros desconfiem que existe um caso entre os dois, por causa da mudança de comportamento, além dos excessos de intimidade.

 

É preciso compreender que um chefe é um homem como qualquer outro, por isso não se pode condená-lo, mas evitá-lo se não quiser um relacionamento. Talvez ele não esteja interessado numa relação séria, e sim num pouco de aventuras. Quando uma funcionária, principalmente se for nova na empresa, o corresponde, todo o pensamento muda: muitas vezes ele não a vê como uma futura mulher ou noiva, mas uma mulher “fácil” ou puta, que aceita o primeiro homem que se aproxima dela. É muito difícil entender a mente de um homem, pois apesar de estar conseguindo o que tanto queria, não deseja que seja do modo mais simples. Os homens gostam de um pouco de dificuldades e sacrifícios, porque assim se sentem valorizados pelos esforços, e também é uma prova que ela poderia ser a mulher adequada para viver com ele, por não ter cedidva que ela poderia ser a mulher adequada para viver com ele, por nao o queria, nao ezes ele nao r causa da mudança de co logo de cara às paqueras deles.

 

Muitas mulheres ficam entre a cruz e a espada: por um lado nem sempre sabem como agir quando esse tipo de coisa acontece, porque têm medo de estarem enganadas e que na verdade o chefe só queria ser simpático, além de não poderem perder o emprego, e por outro lado sofrem por não contarem ao marido: pois ele poderia ir até a empresa e dar uma surra no patrão, ou então, que o marido iria lhe pedir para abandonar o trabalho. Também tem o problema por não poder contar ao parceiro, já que a mulher acha que por omitir tal fato dele, seja uma forma de engano, ou então, que ele pense que a mulher o trai com o patrão.

 

Se muitos maridos soubessem ouvir as suas mulheres e as ajudassem a lidar com tal situação, tudo seria bem mais simples para os dois. Não haveria mentiras e tampouco receios a respeito das atitudes de uma das partes, porque ganhariam mais confiança e cumplicidade, além de ter um amor para o sexo se teria uma amiga também. Porém, o medo de uma má reação fala mais alto.

 

Não vale à pena mudar de emprego, porque em vários deles vai acontecer a mesma coisa. É necessário sobreviver a isso e manter-se na condição de uma profissional que está em uma empresa para cumprir com as tarefas. Ter um amante no trabalho é um biscate.

 

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criado por DIego Francisco    18:12 — Arquivado em: Profissão e Emprego — Tags:, , , , , , ,

31.10.08

Detalhes de Uma Profissão: Repórter/Jornalista

Repórter/Jornalista: profissional que vive em busca de notícias. Está em qualquer lugar a qualquer hora, com a missão infinita de contar ao público os últimos fatos. Tem hora pra começar a trabalhar, mas não tem pra terminar. Muitas vezes, é chamado pra começar o expediente (se é que se pode chamar assim) bem antes do horário, porque aconteceu algo de muito importante ou então terá de substituir um colega que não pode estar presente.

Ser repórter parece ser interessante. E é. Mas pra quem gosta profundamente da profissão, pois como qualquer outra, tem dois lados. Todo mundo pensa que repórter/jornalista só é aquele cara que fica de terninho, segurando um microfone e falando “bonito” na TV ou na rádio. Engana-se quem pensa dessa maneira. Primeiro de tudo, que pra ser um jornalista, o indivíduo tem que gostar muito de ler e sobre tudo, pois precisa estar atualizado no mesmo instante em que os fatos ocorrem. Precisa falar e escrever bem. Quase que um dom (só pra não desanimar os que acham que não tem chance pra isso).

Nem todo jornalista aparece na mídia. A maioria trabalha por trás dos bastidores: uns pesquisando as matérias na Web e em canais de rádio e TV do mundo inteiro. Outros, cobrindo os fatos. Sem esquecer dos demais que ajudam a preparar e corrigir o texto que um outro colega vai falar. É uma equipe na verdade. Todos em prol de um único objetivo: passar de modo mais rápido e completo a notícia pra você.

Ser repórter muitas vezes é correr riscos. Não se pode ter medo de ir a lugar nenhum. Ora pode estar cobrindo um tiroteio numa favela qualquer, outra ora, numa grande guerra. Às vezes, está fazendo uma reportagem num grande e chique restaurante, provando do melhor cardápio ou então, numa selva qualquer experimentando o espírito de sobrevivência ao ter que se adaptar ao local e comer o que a natureza lhe oferece. E, por aí vai…

Ser jornalista ou repórter, tanto faz, é trabalhar com o tempo. Muitas vezes nem almoça ou janta. Precisa pensar rápido, pois trabalha muito com o improviso e não pode ficar nervoso, porque senão vai gaguejar ou não sai nada de sua mente que deve ter um auto poder criativo.

Nessa profissão, não se pode ter vaidade e tampouco timidez. É o editor-chefe que corrige ou anula totalmente o texto e quando está de mau-humor então é pior ainda! O jornalista precisa porque precisa entregar alguma matéria para a edição. Se não for para o noticiário da tarde, talvez para o impresso do dia seguinte. Nem toda reportagem vai ar. Como o tempo e o espaço são poucos, é preciso selecionar as melhores ou as mais importantes, ou seja, aquelas que possuem alguma relevância ou vai sensacionalizar o público. É claro que todo jornalista quer ver sua matéria na primeira página de um jornal ou em alguma outra de destaque (isso não é vaidade, mas sim o desejo para que seu trabalho seja reconhecido). Contudo, na prática nem sempre acontece. É preciso ser forte e saber que um outro colega pode ter feito uma cobertura melhor que a dele ou que não há espaço pra colocá-la.

Jornalista tem fama de ser fuxiqueiro, falar o que não deve ou até mesmo inventar notícias. Que seja fuxiqueiro é até aceitável, pois o ser em questão realmente precisa ser curioso para assim apurar os fatos. Agora, quanto os outros adjetivos negativos, há uma discordância. Talvez, possa haver um ou outro profissional que não aja com ética, como acontece em qualquer carreira, mas generalizar isso é um erro grave.

Até dizem que jornalistas invadem a privacidade alheia. Mas até onde algo é privado ou se torna público? Se está na rua é pode ser filmado e/ou divulgado? Bom, se está na rua, está se expondo. Isso é fato. Outrossim, é saber até onde determinado fato é íntimo. Veja um exemplo: imagine que um repórter tenha descoberto que um político pegou emprestado sem avisar dinheiro dos cofres públicos. Tudo bem que é a vida dele, algo particular. No entanto, o bem saqueado não. Este é da população, embora nunca vá chegar tão perto pra dizer que realmente algo lhe pertence.

Ser jornalista é lidar instantaneamente com sensações, sendo necessário dominá-las. Muitas vezes se vê algo e não pode dizer do modo que gostaria, tendo que ser neutro com os fatos e seus personagens. Ao mesmo tempo, precisa ter um sangue frio imenso, pois há certas coisas que se tornam tão comuns que parecem não tocá-lo mais. É preciso ser um ótimo artista para não demonstrar sua alegria ou indignação quanto a algum acontecimento.

Ser repórter é concorrer o tempo todo para que a sua informação seja dita antes de seu colega, também concorrente. No fundo é emocionante saber que foi o primeiro a divulgar tal informação, mesmo que seja um terrível acidente ou uma catástrofe natural (isso não significa que jornalista goste de sangue ou deseje o mal. É claro que por ele, jamais aconteceriam coisas como estas, mas enfim, alguém precisa mostrá-las e sua função é justamente esta, mesmo tendo alguns jornais que se espremidos, saem até sangue).

Acima de tudo, ser repórter/jornalista é contar a notícia e não sê-la.

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criado por DIego Francisco    17:02 — Arquivado em: Profissão e Emprego

19.10.08

Funcionário Púbico

Em qualquer tipo de empresa, tanto pública quanto privada, tem aquele ou aquela funcionário(a) que se destaca por sua excelente prestação de serviços, exercendo sem igual o cargo: o funcionário púbico.

Um bom funcionário púbico é o que não deixa o chefe na mão, literalmente. Faz todos os tipos de greve, menos a de sexo, porque sabe que se fizesse isso, perderia o seu emprego, pois no dia seguinte seu(a) chefe já teria um(a) substituto(a).

Esse tipo de empregado é fácil de ser encontrado numa empresa: não cria rapidamente um simples laço de amizade com a chefia, mas um excesso de intimidade; vive dizendo em casa que ganhou isso e aquilo do patrão, que é muito bonzinho, entre outras coisas. Se tiver antecedentes de “piranhez” se torna menos difícil pensar no lógico: o(a) chefe está “pegando”.

Essa espécie de empregado gosta de chegar bem tarde no trabalho, e logo depois sae pra almoçar (pontualmente ao meio-dia, porque não deu tempo de tomar o café da manhã em casa, e coitado(a), estava cheio de fome.). Até recebe gratificação por isso e sem falar que recebe muito mais do que um funcionário padrão e cumpridor de seus deveres. Não que, ela não cumpra os dela, mas… são outros.

São 4 da tarde e só a essa hora que o funcionário está voltando do “almoço”. Que diabos estava fazendo esse tempo todo? Na empresa vai dizer que precisou resolver “problemas” ou fazendo serviço externo (o que não deixa de ser verdade). É claro que o patrão não vai dizer nada, e nem pode, né? Precisa fingir que não sabe de nada. Mas se você quiser saber mesmo o lado oculto dessa história, vou te contar: assim que o empregado saiu da empresa, foi até a Rua Tal esperar seu(a) chefinho(a) passar de carro e o(a) “pegar”. Pra onde foram? Certamente, para o “Triângulo das Bermudas”, das calças-compridas, dos shorts, das saias ou de onde mais você quiser.

É muito cômico quando o(a) empregadinho(a) volta. Fica aquela gente toda curiosa pra saber o que aconteceu: fulaninho(a) saiu com uma blusa verde ou vermelha e volta com uma xadrez! A resposta é mais curiosa ainda: Precisou trocar de blusa, pois quando estava almoçando, caiu “molho branco”, já que tinha comido macarrão tipo pene e se sujou.

Anoiteceu. É a hora que todos os outros empregados normais estão indo pra casa, depois de um longo e estressante dia de trabalho. Cadê fulano? Já foi? Às vezes se manda antes de todo mundo, outras vezes, quando deveria pagar pelo excesso de atraso, fica fazendo hora-extra com a chefia e o pior de tudo é que ainda recebe por isso. Bom, mas veja o lado bom das coisas: é preciso que alguém se sacrifique pela empresa, pois como um(a) chefe vai administrá-la se não estiver bem-disposto(a)?

Muitos falam mal desse tipo de empregado, talvez por pura inveja, só isso, porque um funcionário púbico se adapta a diversos ambientes e não se importa com o local de trabalho: se numa mesa ou cama, cadeira ou sofá. O importante mesmo é que cumpre seu expediente, embora muitas vezes não saiba atender um telefone, usar um computador ou sequer em que pasta se arquiva tal documento, mas tudo bem. Quem é que vai ficar perdendo tempo com essas coisas quando se tem um(a) “xefe” como doutor(a) beltrano(a)?

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criado por DIego Francisco    4:10 — Arquivado em: Profissão e Emprego

19.4.08

Doutor Qualquer Coisa

Se há uma palavra que realmente eu acho engraçada é essa: “doutor”. O Aurélio me traz as seguintes definições para esta palavra tão simples: “sm. 1. O que se formou numa universidade e recebeu a mais alta graduação desta após haver defendido tese. 2. O que se diplomou numa universidade. 3. Médico.” Já com Luft eu tenho o seguinte: “adj. e sm. 1. Indivíduo formado em faculdade e que defendeu teste. 2.(p. ext.) Bacharel, espec. em medicina ou direito. 3. (pop.) Indivíduo muito entendido no assunto.” Até aí eu entendi, não tenho nenhum problema quanto às definições dadas por estes dois ilustres dicionários, porém o meu questionamento é outro.

Até onde eu sei, doutor, ou simplesmente “Dr.” é o tratamento que damos a um médico ou um advogado, mas também é o termo em que usamos para classificar alguém que fez o doutorado em uma faculdade, e não simplesmente qualquer coisinha que tenha um 3° grau e já se acha muito por isso, pois se fosse assim, qualquer universitário seria doutor. Mas bem, essa não é a lógica. Pois, o que eu acho mais engraçado, para não dizer absurdo, é o modo como essa palavra “doutor” tem diferentes significados ou conotações.

Existem pessoas que fazem questão de serem chamadas por doutor, não sei se é por se acharem mais que os demais (tudo bem, se realmente tiver o título, deve ser respeitado como tal, mas tudo é a maneira como se pede isso aos demais). É muito comum isso no funcionalismo público, quando várias pessoas (sem generalizar) fazem uma questão enorme em serem chamadas como tal, não sei ainda a verdadeira razão disso. Quem trabalha em call center sabe muito bem do que estou falando: de vez em quando liga uns clientes metidos, e quando o atendente se refere aos mesmos como senhor ou senhora, o assinante, já com um tom mais de imposição se intitula como doutor fulano ou beltrano. Como é o que o atendente vai saber se o indivíduo é ou não um doutor? Aliás, ninguém nasce com esse título. Isso se conquista durante a vida. Sinceramente, gostaria de saber se essas grandes empresas tem alguma parte em seu cadastro, no qual possam colocar tais observações, como por exemplo “cliente fresco: o mesmo deseja ser chamado como doutor.”

É lógico que o indivíduo merece ser chamado como tal, no entanto, os outros não são obrigados a saber, se não são seus clientes ou pacientes. Pra dizer a verdade, o ser humano é senhor (Sr.) ou senhora (Sra.), e isso ninguém pode tirar esse tratamento. Às vezes fico pensando se determinados indivíduos foram pobres demais na infância e hoje querem provar a si próprios que conseguiram ser algo e sair da merda na qual viviam. O fato de não ser chamado por doutor não é nenhum desrespeito, apenas falta de consciência de algumas pessoas.

Só que infelizmente, essa palavra não é mais utilizada apenas para pessoas que chegaram a um estágio supremo do terceiro grau, mas para qualquer um que possa estar usando um terninho com uma gravata e um par de sapatos sociais. Vejo muito isso: pessoas chamando outras por doutor pelas roupas que usam, mas lamento dizer que roupa não compra diploma, e se fosse assim, todo crente seria um doutor, pois geralmente andam bem-vestidos como tal apresento neste parágrafo.

É fácil, você leitor entende aonde quero chegar, pois hoje em dia, qualquer coisa é doutor, basta ter um diploma de nível superior ou não ter cara de pobre, que logo será tratado desse modo.

Às vezes, o pessoal brinca comigo e me chama por Dr. Diego, então eu lhes digo que ainda está muito longe, até porque eu sei que para eu merecer tal título não basta ficar no bacharel, é preciso muito mais do que isso, e pra chegar lá não é fácil, todo mundo sabe disso. Mas, antes de ser chamado por Dr. Diego, preciso ser o Dr. Humildade, pois respeito se conquista ao longo de sua vida, e não é o fato de me chamarem ou não assim, que estarei sendo desqualificado como ser humano, pois um verdadeiro doutor não está nas roupas que usa ou no diploma que carrega, mas no que realmente sabe e representa profissionalmente e socialmente. E, você, já passou por alguma situação dessa, na qual era praticamente obrigado a chamar alguém por doutor?

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criado por DIego Francisco    0:46 — Arquivado em: Profissão e Emprego

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