Mundo DImais. Uma Realidade Mais Perto de Você!

A Filosofia de “Mundo DImais” é procurar novos caminhos para a verdade, que sempre haverá mais que duas respostas/soluções para um problema, e que o “SIM” e o “NÃO”, não são suficientes para agir na vida.

26.4.09

O Dono das Palavras

Hoje, em pleno Século XXI, é mais seguro dizer que nosso mundo está dividido em dois: o mundo real e o virtual. O mundo real é aquele que podemos ver e tocar, enquanto que no mundo virtual só podemos ver. No entanto, este último apenas existe porque tem o real pra criar o imaginário ou simplesmente o ciberespaço. Com os avanços do mundo moderno que nasce pra gente, podemos registrar qualquer coisa a qualquer hora e local, deixando escrito em algum lugar, como uma folha de papel (real) ou na Internet (virtual).

 

Qualquer pessoa pode escrever alguma coisa. No mundo atual os sites e blogs substituem os manuscritos do passado, não necessitando mais de caneta, mas um pouco de prática em computador, conhecimento sobre determinado tema e vontade, nada mais. Era-se o tempo em que as pessoas iam à biblioteca pesquisar algum trabalho pra escola ou faculdade e gastar todo o dinheiro com cópias de livros. Agora tudo está online e da maneira mais simples, pois a informação é atualizada constantemente. Há quem escreve sobre geografia, matemática, química, física, idiomas, ciências, informática, amor, sexo, religião, noticias etc. Na rede mundial de computadores encontramos tudo o que precisamos saber por curiosidade ou pra fazer um bom trabalho, não sendo necessário ir tão longe quando se tem o mundo dentro de casa.

 

Na verdade, o ser humano não está sendo mais um leitor passivo, mas um leitor ativo, porque compartilha seu conhecimento na rede onde lê e também escreve, se tornando um ciberescritor ou webescritor, usando o mundo virtual como suas páginas.

 

Além dos temas citados que podemos encontrar na Internet, é preciso citar as “webesteiras” ou simplesmente as “webostas”, ou seja, páginas e/ou escritos sem nenhum valor útil para o ser humano, apenas ocupando um espaço que poderia ser usado com coisas mais importantes. Também há outras páginas que não tem conteúdos próprios e se tornam verdadeiros papagaios virtuais, repetindo tudo o que foi dito por outras pessoas ou meios. No entanto, toda liberdade tem um preço e esse é o nosso, que temos de permitir tudo, porque isso é o que faz com que o mundo seja plural e produtivo: a troca de informações, que outrora eram guardadas de modo egoísta, mas ao que parece, o homem de hoje está aprendendo que somente comparando dois modos de pensar é que se chega a algum lugar.

 

O bom dessa liberdade virtual é que não é preciso destruir nenhuma árvore e nem gastar papel pra escrever o que se pensa, inclusive podendo corrigir os erros quando quiser. A natureza agradece por isso. Sobretudo, há algo que precisa ser questionado: como já foi dito aqui, toda liberdade de expressão tem um preço: tudo o que se pensa é teu, mas tudo o que fala ou escreve não te pertence mais, e sim ao mundo, porque os receptores de sua informação se sentirão no direito de usá-la como desejarem, já que não há como saber quem nos acessa. Há que nos use para uma boa causa, mas tem também aqueles que se aproveitam do que dissemos aqui e usa isso contra a gente, ou então, para justificar as más atitudes nos adota como um símbolo metafórico ou filosófico (talvez algo que nem o individuo acredita, mas ele(a) persiste em nos usar pra não se sentir sujo(a) com ele(a) mesmo(a). Há quem nos use e nos reconhece como autores de tais informações, mas tem os que se aproveitam de nossos registros e se dizem autores deles, num ato de plagio ou pirataria de informações.

 

Depois que este texto estiver publicado, ele não será mais meu, mas de todos os ciberleitores, porque estarei compartilhando uma idéia, uma filosofia e uma cultura de pensamentos. Por isso eu ressalto que somente a idéia pertence ao individuo, mas sua transformação em realidade vai ser de quem a desenvolver. No ciberespaço isto se confunde, porque tem pessoas que vivem nele como se fosse o mundo real (provavelmente uma fuga da realidade, porque não conseguem suportar a dor e os fracassos contínuos, preferindo enganar-se ao acreditar que seu mundo está maravilhoso).

 

Onde ficam todas as informações? Se fosse num mundo real ocuparia muito espaço nas estantes e em algum momento iria para o lixo, porque os livros estariam velhos ou não teriam mais utilidade ou então, porque os cupins se encarregaram de fazer o trabalho do tempo. Como se trata da web, os conteúdos ficam em pequenos arquivos nos sites, que não param de aumentar. Nos textos escritos em papel não há como adicionar novos comentários, mas nas páginas virtuais, sim.

 

Com tantas coisas que adicionamos diariamente, é difícil saber quem é o seu autor, pois como se diz por aí, “nada se inventa, tudo se copia”. E assim, as palavras se perdem e se encontram na boca ou nas mãos de quem usá-las melhor.

 

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17.1.09

Só em Novela Mesmo!

Há muito tempo atrás, na época em que meus muitos tataravôs já “pulavam a cerca”, existiam as novelas. Claro que não como as de hoje, mas um tipo de enredo que poderia receber tal título. Homens e mulheres ofereciam suas vozes às rádios para dar vida aos personagens, mas bem antes disso já se tinham novelas, só que em jornais. A cada publicação, um novo capítulo. Temas como amor, faroeste, entre outros, enredavam a trama e faziam jovens mulheres sonharem com seus príncipes encantados. Só um pra cada, é claro!

 

Inventaram a câmera e desde então, o universo ficcional nunca mais foi o mesmo. As teledramaturgias cada vez mais perfeitas ou pelo menos mais reais. Uma cópia da realidade ou esta copia a novela como moda?

 

O teatro e a arte da imitação já vem desde a Grécia Antiga. Os gregos usavam máscaras para representar as feições humanas. Hoje em dia as fazemos muito bem, não só em novela, mas principalmente na vida real. Dons artísticos que nasceram conosco? Talvez. É mais fácil que isso seja uma proteção que usamos contra os demais e inclusive a nós mesmos. Finge-se gostar de alguém, estar contente com alguma coisa. Na cama então, isso é muito comum pra determinadas pessoas! Finge-se até estar feliz com a felicidade do outro. É engraçado que pra mostrar o mal não há fingimentos. O ser humano é simplesmente ele próprio.

 

Histórias românticas tipo Romeu e Julieta ainda abrandam o coração de muita gente. Mostra-se gente de classes diferentes, lutando pra resistir a um amor proibido, criado pelo preconceito e rivalidade das famílias. Tem também a pobre que sofre e sofre com as maldades da sogra e as traições do marido e no final fica rica. É o vilão que fica bonzinho no último capítulo. São os personagens que se casam com que o público gostaria. São todos vivendo felizes pra sempre, menos o vilão, caso tenha sido muito odiado, é claro, mas seu ajudante sempre se arrepende. É o mordomo que sempre é culpado por alguma coisa. É a comida de novela, que até nisso é diferente da vida real. Até a mesa do pobre é bonita (como se pobre arrumasse a mesa com frutas, sucos, café, chocolate quente, pães, queijos etc., para um café da manhã. O pobre deve dar graças a Deus se tiver seu pãozinho com margarina. E também não come na mesa não, mas sim no sofá, vendo televisão. Muitas vezes o seu café dá lugar a um copo de refrigerante). E, por aí vai…

 

É bem verdade que novela também é modismo. Os nomes de certos personagens ganham vida no mundo real. É um tal de gente colocar o mesmo nome nos filhos que não dá pra contar. Pra quem não os têm, então no cachorro ou no gato. A prática do “novelismo” não fica só no nome não. Vai de roupas até gírias. É o público realmente incorporando o irreal.

 

Acredita-se que as novelas retratam o mundo, de ontem até hoje. Será que tudo realmente é mostrado, mesmo estando cada vez mais críticas e de cunho social? Até onde sei ou pelo menos vejo, não conheço nenhum vilão que tenha se tornado bonzinho. Talvez porque ainda não chegou o último capítulo de sua novela. Só o que percebo é um monte de falsos-arrependidos que quando estão na pior, forçam-se em mostrar que agora são do bem (pelo menos até o juiz dizer “inocente”).

 

Pobre ficar rico por ter herdado um bem do pai, tio ou avô? “Isso não o pertence”, já que sua família também se encontra nessa mesma classe. Só o que vejo é que o pobre continua cada vez mais pobre (parece refrão de música, mas isso sai completamente da ficção). Certamente o rico fica cada vez mais rico. Quer ver um exemplo?: Imagine um indivíduo qualquer, com pouco grau de estudos (pra não dizer analfabeto, porque parece feio), pobre, num empreguinho ganhando uma m… de dinheiro, morando numa favelinha perigosa, e ninguém faz nada pra ajudá-lo. Mas, de repente, amanhã essa pessoa se torna um fenômeno na moda, futebol, música, televisão ou o que quer que seja, e as portas se abrem pra ele(a). Agora que teria dinheiro pra comprar o que quisesse, simplesmente não o gasta, porque ganha tudo. Tem gente que paga pra determinada personalidade ficar usando roupas, calçados, automóveis, só pra poder ficar exibindo a sua marca e tê-lo(a) como referência aos demais consumidores. É por isso que eu acredito naquele ditado que diz que o dinheiro atrai dinheiro. Nesse caso os opostos não se atraem.

 

De certo modo as novelas são cópias fiéis não só de uma determinada realidade, mas do que se gostaria que fosse. As novelas podem manifestar muito mais o íntimo de um indivíduo (neste caso o público) do que um real rumo para certos fatos.

 

Só em certas histórias é que se escuta um personagem dizer que está procurando alguém que tenha um bom coração. Até dói ouvir isso. Na realidade tudo é bem diferente. É mais fácil que se tente encontrar alguém que tenha uma boa casa, um bom carro, uma boa conta bancária e até mesmo um bom corpo. Mas um bom coração, não dá mesmo! Desculpe aos leitores que se sentirem ofendidos, mas isso é muito meloso pro meu gosto refinado.

 

No entanto, há uma coisa que a teledramaturgia reproduziu perfeitamente: pessoas sem experiência e/ou bom nível de escolaridade, e que apenas possuem carisma, exercendo cargos políticos. Quanto ao resto, só em novela mesmo!

 

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4.1.09

Da Internet à Loucura

Uma das grandes preocupações de muitos pais com os filhos no mundo atual, além de ficarem bastante tempo na rua e que coisas estão fazendo, é o que fazem dentro de casa. Cada vez mais o computador está seduzindo pessoas, tirando-as do mundo e pondo-as em outro mundo, como uma espécie de relação, quase igual a marido e mulher. O que há de tão bom num computador? O que se faz nele? Qual seu benefício e malefício? Tem alguma maneira de arrancar alguém dele? Perguntas como estas necessitam respostas.

 

 

Em primeiro lugar, não é simplesmente um computador que atrai um indivíduo, mas o que lhe dá vida, que é a Internet, possibilitando o contato com pessoas de qualquer parte do mundo. Hoje, o PC se tornou uma ferramenta de trabalho e lazer. Pra muita gente, uma ajuda para economizar tempo, para os preguiçosos, uma desculpa pra continuarem como estão.

 

 

As formas de utilização você já sabe: comprar, vender, pagar contas, conversar, expressar, estudar, etc. Os benefícios são muitos, seus malefícios também. Não vou ficar embromando no texto, porque já tem outros neste blog que explicam isso. No entanto, há um novo contexto, algo que tem deixado muitos pais preocupados: a mania que os filhos têm em ficar o tempo todo na frente de um computador, conversando ou jogando. Cada vez mais, pessoas preferem estar na Internet ao invés de viver uma aventura real. É o irreal ocupando o lugar das coisas práticas ou simples da vida. Uma fuga, pra dizer a verdade. Muitos jovens, principalmente, se sentem melhores estando no mundo virtual, por conseguirem se expressarem mais facilmente com o mundo exterior, libertando sua timidez e satisfazendo o ego. Porém, isso dificulta a sobrevivência no mundo real, como por exemplo, as questões de amor ou simplesmente o viver sem sociedade. Necessita-se disso para o desenvolvimento psicológico.

 

 

Outro grande tormento para os pais são os diversos jogos de Internet, que além de tirar seus filhos da realidade, os iludem também. O pior de tudo é que isso custa muito caro: muitos filhos pedem dinheiro aos pais para comprar tempo num computador ou dinheiro virtual a um “boneco”. Nesses tipos de jogos o indivíduo pode fazer muitas coisas, como por exemplo, comprar um carro (algo que não poderia no mundo real), etc. Seria uma compensação dos sentimentos por tantos fracassos na vida? Talvez. Mas, um perigo maior se oculta nisso: muita gente deixa de viver o real para viver o imaginário, por satisfazer a mente com algo conseguido de modo fácil, pois o que conta é o ego, que é suficiente pra dizer a uma pessoa que ela teve ou não isso ou aquilo, embora não se faça distinção entre uma vitória verdadeira e uma fantasia. É assim que se esconde o problema: por causa disso, muitas pessoas não se importam ou têm vontade de lutar no mundo real, porque o virtual substitui suas emoções e fracassos. Seria loucura ou simplesmente um medo da vida? Se Gasta muito dinheiro assim. Algo já se torna um vício se não for controlado pelos pais.

 

 

Para um filho viciado em Internet, saiba que não será fácil tirá-lo de lá. Tentar proibi-lo poderia ser pior, porque deste modo ele se sentiria mais atraído pela rede, e se não usá-la em casa, provavelmente numa lan-house ou casa de amigos. Não sou nenhum doutor no tema, mas uma das saídas simples seria conversar com ele pouco a pouco, explicando os problemas e perigos de ficar o tempo todo num PC, etc. Inventar passeios e tarefas pra ocupar seu tempo e não deixá-lo na Web é outra opção. Todavia, é bom saber que não deve dizer a ele que está fazendo tais coisas pra tirá-lo de seu vício, pois primeiramente, nenhum viciado reconhece sua mania. Em segundo lugar, seria inútil, pois seria uma guerra declarada, enquanto que essa tem que ser silenciosa. Os pais devem permitir ao filho que continuem usando o PC, mas com moderação. Castigá-lo sem computador seria uma ótima maneira de tirá-lo dele. Talvez fosse importante consultar algum especialista no tema, para saber se é algo temporário ou crônico.

 

 

Muitos pais não compreendem a fascinação de um filho por um computador. Eles precisam saber que no seu tempo não havia esta facilidade. Além disso, o filho está jovem e isso é uma novidade pra ele. Com segurança, eu diria que o PC é o brinquedo de um adulto, assim como um boneco ou bolas de gude, o de uma criança. Muitos adultos ou pessoas com certa idade não se sentem atraídas pelo mundo virtual, simplesmente por falta de tempo, não saberem usar um computador e/ou simplesmente não terem paciência pra aprender a manuseá-lo, enquanto que os jovens conseguem mais facilmente.

 

 

Loucura ou não, a Internet se tornou um meio para o consumo irreal. Ela é capaz de vender, alegria, felicidade, liberdade e fantasia. Loucura não é usá-la para isso, mas sim depender dela pra isso.

 

 

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1.12.08

Onlinemente

Para todos que amam a Internet, está aí um novo advérbio, mas que está ganhando um valor verbal: onlinemente. Em pleno século XXI é possível fazer muitas coisas através da rede mundial de computadores: comprar, vender e pagar as contas onlinemente, estudar onlinemente, conversar onlinemente, “namorar” onlinemente (kkkkk), assistir a filmes e escutar músicas onlinemente, jogar onlinemente, ler as notícias onlinemente, expressar-se onlinemente através de blogs e sites, enfim, viver onlinemente.

Como eu disse também onlinemente no texto “Internet: Benefícios e Malefícios”, há dois lados para uma mesma coisa. Para tudo o que se faz na Internet, tem alguém vigiando, um órgão do governo que fiscaliza a rede de seu país, para saber e controlar os tipos de sites que os internautas costumam navegar. Cada página da Internet que você acessa, fica a sua direção IP, ou seja, seu número de identidade online, que informa de onde é o usuário. É como uma impressão digital online que marca seus passos.

Grande parte dos crimes do mundo atual é cometida onlinemente, como a pedofilia, o plágio de textos e outras obras e a pirataria de músicas, filmes e programas de computadores.

Apesar de não haver leis específicas para a Internet em diversos países, estas já se aplicam segundo outras leis que dão suporte para se julgar alguém. Por isso, tudo o que se faz ou se escreve, se for de má intenção, se paga “aqui” mesmo.

Diversas empresas já usam a rede para saber mais informações sobre determinado candidato a um emprego, buscando isso em blogs, sites e comunidades, e através destas, identificando se o indivíduo tem o perfil desejado para trabalhar naquele lugar. Às vezes, uma simples palavra ou estar em uma comunidade “inadequada” já condena alguém, porque no fundo as pessoas são o que fazem e refletem isso em suas opções. Inclusive, há programas de computadores já utilizados por várias empresas, usados para saber se algum ex-funcionário fala mal do antigo emprego. Também tem programas especializados pra descobrir plágios na rede.

Deveria-se saber o porque desse interesse incessante de estar onlinemente quase todo o tempo. Será que a Internet é uma fuga da realidade para muita gente? Pois, há muitas pessoas que a usa além do trabalho/estudo, passando um dia inteiro nela ou também as madrugadas, esquecendo-se de falar ao vivo com os demais, de ir ao cinema, à praia ou qualquer outra coisa longe de um computador.

A Internet é mais que uma ferramenta de trabalho. É nosso braço direito, nossa amiga e companheira pra muita gente que passa mais o tempo na Web do que com a própria família.

O fenômeno da Internet veio para romper obstáculos, mas também o tradicional: não vai demorar muito pra que as pessoas não comprem mais jornais e prefiram lê-los em algum site. Com os livros será o mesmo. Falar pelo telefone ainda é caro, mas onlinemente é grátis. O que está longe agora está perto. É seguro dizer que com o processo de globalização no qual a Internet faz parte, que o ser humano avançou quase um século. Há conexão em computadores, telefones celulares e num futuro não tão longínquo, na televisão.

Uma tendência global é que o ser humano esteja mais em sintonia com seu mundo onlinemente. Um vigiando o outro e todos o vigiando por questão de curiosidade e entretenimento ou por segurança, porque o homem está reescrevendo seu futuro onlinemente.

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criado por DIego Francisco    23:38 — Arquivado em: Comunicação

26.11.08

Internet: Benefícios e Malefícios

Não necessito dizer os avanços da tecnologia no Século XX e que se segue no XXI. Mas, gostaria de discutir um tema de fundamental importância no mundo que está em globalização e alguns dos presentes trazidos pela modernidade: Internet (grande ferramenta do trabalho para que tudo funcione atualmente).

Não preciso explicar totalmente que a Internet é o meio pelo qual as pessoas se conectam de um lugar a outro do mundo. No entanto, devo dizer sobre seus benefícios e malefícios. Um dos grandes benefícios que temos hoje é o fato de se falar com qualquer pessoa em qualquer parte deste planeta (nos fazendo ganhar tempo). Além de conversar e conhecer pessoas, sabemos as principais notícias do mundo a todo instante. É incrível como tudo está sempre acontecendo e hoje sentimos falta de informação ou então, há alguns momentos em que só se vê tantas desgraças que queremos esquecer a televisão, o computador e todo o resto do mundo, apenas ouvindo nosso rádio com aquelas belas músicas.

Através da Internet compramos e vendemos. Outro grande benefício, pois não temos mais que sair de casa e gastar tanto dinheiro pra comprar algo. O mundo está mudando tão depressa, que muitas vezes o ser humano está se perdendo no próprio tempo, pois hoje por exemplo, usamos uma tecnologia, amanhã, outra mil vezes melhor que a que adquirimos ontem.

Para tudo o que é bom, também tem sempre um lado mau, como por exemplo, as facilidades pra receber vírus nos computadores, descobrir senhas de contas bancárias, etc. Percebi que um dos modos mais eficientes de contaminar um computador é através de mensagens eletrônicas: digo isso, porque às vezes quando estou lendo meus e-mails, vejo mensagens de pessoas desconhecidas na minha caixa, e se tentar abri-la, poderá liberar um vírus. Mas, o que me deixa mais surpreso é o fato de não se encontrar nenhum destinatário para cada e-mail que recebemos, ou se houver um destinatário, é melhor nos cuidarmos, porque os delinqüentes da Internet te enviam mensagens em cópia oculta, e por isso nunca vai encontrar seu endereço de e-mail como sendo o destinatário. Gostaria sinceramente de saber como encontram nossos endereços. E, para fugir destes problemas, o melhor que podemos fazer é nos proteger com os antivírus e eliminar as mensagens de desconhecidos (mas sem lê-las). Outra tática comum é quando te mandam mensagens, dizendo que o site está sendo vítima de hackers e te pedem pra colocar o nome de usuário e senha, ou então dizem que são de alguma empresa e te pedem pra pôr os números de seus documentos, etc. (Lembre-se que nenhuma empresa manda e-mail pedindo isso, simplesmente te telefonam e pedem que vá até ela para atualização de dados).

Além disso, apesar de ganharmos tempo comprando o mais barato, em contrapartida perdemos, quando contribuímos para os auto-índices de desemprego, já que cada vez mais a presença humana se torna desnecessária para que o mundo funcione, somente as mãos de algumas pessoas que saibam utilizar uma máquina para comandar outras máquinas a trabalharem sozinhas. É o homem ajudando em seu próprio fracasso futuro. Na verdade, o ser humano está se tornando mais útil em consumir do que em produzir.

Outro perigo que a Internet traz – embora seja uma tecnologia maravilhosa, pois suponho que sem ela não se conseguiria viver, agora que já a conheço, inclusive é através dela que escrevo textos – é a invasão de privacidade - já que desejamos tanto o respeito a nossa intimidade - pela facilidade de se encontrar pessoas (que às vezes é bom), etc. Ressalto que os grandes perigos da Internet não é a tecnologia, porque esta veio pra atuar ao nosso lado, porém os internautas que a usa para o mal.

No mundo tão moderno em que estamos vivendo, é muito importante, principalmente para os pais, saber em que tipos de páginas seus filhos visitam, como as salas de bate-papo, sites de sexo, etc.

A Internet tem seu lado bom e mal, como qualquer coisa na vida, e por isso devemos estar atentos para tudo o que acontece na nossa vida e no nosso mundo, pois quando supomos ser astutos, existem outros indivíduos mais que a gente.

Uma maneira eficiente para evitar que as outras pessoas saibam nossas senhas é não colocar números como a data de nascimento, da identidade ou nomes de pessoas, tampouco o mesmo número de alguma conta bancária. Outro modo de se evitar a invasão de hackers é tomar cuidado quando usar o computador na casa de amigos e em locais públicos, sempre eliminando no final do uso o histórico e não aceitar a opção que aparece no PC em recordar a nossa senha, além de não permitir que os demais não nos vejam colocando-a. Não podemos esquecer que muitos vídeos que nos enviam, estão cheios de vírus.

Não tenha medo de usar a Internet. Quando vamos até nossa conta bancária: existem muitos métodos para nos proteger, e sempre é necessário ver se a página oferece algum tipo de segurança, mostrando que o site é de confiança e que poderá colocar seus dados sem medo. Como eu disse, o perigo não está nos sites de compra, mas no seu próprio computador que, talvez não esteja tão protegido como deveria contra os vírus (até porque pode estar infectado e seu antivírus não eliminá-lo ou mostrá-lo).

Apesar da Internet nos fazer ganhar tempo, somos culpados por não poder mais gastá-lo com os amigos e com outras coisas, já que cada vez mais, ela nos distancia das pessoas que antes eram muito próximas, mas sempre preferimos culpar a nossa falta de tempo.

E você, o que pensa sobre a Internet? Conte-me!

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21.11.08

“Cat”: A Internet do Presente

Atualmente, fala-se muito em tecnologia da informação, telecomunicações, mídia, Internet e tudo o que tem direito. O tema é de fundamental importância, e por isso estou discutindo. Também se fala em difundir os meios no intuito de tornar o progresso mais próximo. É bonito esse discurso, no entanto, ainda se vive numa pura e simples filosofia, pois pra alcançar esse “tal” progresso ainda está muito caro.

Quem paga é quem sabe o quanto custa para ter uma Internet de qualidade, ou simplesmente uma banda larga. Não é barato não. Os preços são bem diferenciados: uma mesma velocidade de conexão custa um valor para residências, e para empresas, não vou nem falar que é pra você não cair durinho(a) aqui sem terminar de ler meu texto.

E quem não pode pagar banda larga, faz o quê? Fica a ver navios ou tem que optar por aquela conexão discada com velocidade de um camelo ou de tartaruga? Talvez fosse o certo ou o mais lógico. Contudo, não é o que acontece, pelo menos no Brasil. Para aqueles que não dispõem de recursos financeiros suficientes pra ter uma conexão em alta velocidade, mesmo tendo um computador em casa, o jeito, melhor dizendo, a fuga é correr para o “gato”, ou seja, uma conexão de outra conexão.

Em nenhum momento estou dizendo que seja certo ou errado piratear a Internet, até porque pela lei brasileira constitui-se de prática criminosa. No entanto, basta ir a diversas favelas e ver o exemplo: a prestação do serviço custa pelo menos a metade do preço pago a uma operadora de telefonia. Quem ganha com isso? Só o dono do “gato”, melhor dizendo, do “tigre”, porque é bem grandinho, já que grande parte da comunidade busca esse tipo de alternativa, além do marginal que permite a concessão (os impostos que seriam e deveriam ser pagos ao governo serve para fomentar o tráfico).

Como impedir toda ou quase toda uma sociedade? Difícil! Só se cercasse o país todo com grades pra que ninguém fugisse. Talvez fosse mais fácil.

Até o presente momento, a velocidade máxima oferecida no Brasil é de 8 megas por segundo. Parece muito, mas é bem pouco. Isso em lugares como a Coréia do Sul não é nada, pois segundo o Jornal “Estadão”, naquele país já se oferece até 100 megas, e pior ainda, a baixo custo.

Se muitas dessas empresas de telecomunicações fizessem o mesmo, baixando seus preços e oferecendo pacotes econômicos às pessoas de baixa renda, talvez fosse mais fácil de combater esse tipo de pirataria, a arrecadação aumentaria, combateria o tráfico e ainda aceleraria o processo de inclusão digital no país, não ficando restrito às escolas e universidades, porém devendo começar nas residências.

Você vai a uma lan house em uma favela do Rio, por exemplo, se paga apenas R$ 1,00 (um real) em média pra ficar por 1 hora. Eu disse 1 hora!!! Na compra de pacotes de horas ainda tem desconto. Agora vá na zona sul do Rio, por exemplo, e veja a diferença: tem lojinhas que cobram cerca de R$ 4,00 (quatro reais) a R$ 5,00 (cinco reais) para que o usuário use a rede por no máximo 10 a 15 minutos. É claro que numa favela não se paga um terço dos impostos pagos num bairro de classe alta. Mas a este preço é demais. Não? Ainda tem mais: passar um arquivo pra CD ou pen drive, te cobram cerca de R$ 10,00 (dez reais), mesmo quando o cliente já leva a mídia. Não é permitido ao consumidor que faça isso do computador de onde esteja. Às vezes se assalta muito mais sem um revolver do que com um. Neste caso, a necessidade de quem não possui um PC ou não tem Internet.

A moda é Internet. A necessidade do homem atual está na rede. Tudo está interligado: o homem e seus interesses sociais, morais, financeiros, sobretudo, psicológicos.

Pensar que a Internet é coisa do futuro é coisa do passado. É coisa do presente mesmo. E, o “gato” também. Talvez, esta tenha avançado mais do que as projeções feitas por especialistas ou se já fora previsto o crescimento de forma tão rápida, então um erro está sendo cometido, pra não dizer um abuso: se estar conectado é algo imprescindível e sua demanda é altíssima, era pra de fato o produto ou serviço custar menos, ao invés de explorar isso como um modo de apenas lucrar mais.

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24.10.08

Um Papel Midiático

Pode-se definir como midiático o profissional que trabalha na mídia, mas acima de tudo, que exerce uma influência nela e a usa para comunicar-se com o seu público, como é o caso de jornalistas, publicitários, artistas, celebridades e outras personalidades em destaque no momento, apesar de ser um questionamento meu em se distinguir um artista de uma personalidade ou se determinada pessoa são ambas coisas ou nenhuma destas e, simplesmente tiveram a sorte de estar no local certo, na hora certa e “aparecer” na mídia, embora não represente qualquer importância ou acrescente algo no meio de comunicação e/ou no lugar onde vive.

Qual seria o papel de cada profissional nesse mundo midiático, criado pela televisão, rádio, cinema, e outros meios? O jornalista, por exemplo, tem a função de informar o que acontece no dia-a-dia em qualquer parte do globo terrestre. O publicitário, a função de transmitir também uma mensagem ao público pelo qual se destina, divulgando um produto ou serviço. Já o artista tem a função de passar ao seu público o tipo de trabalho que realiza, podendo ser uma música, novela, filme, entre outras obras, já que a palavra artista é muito ampla e pode ser considerada como alguém que tem a arte ou habilidade em executar algo. Quanto às celebridades, a coisa já fica mais complicada pra entender: um artista pode ser uma celebridade por exemplo. Um jogador, uma modelo, um apresentador de TV, também. E, por aí vai. Personalidade e celebridade às vezes se confundem, pois se entende “personalidade” por personificação ou alguém que simplesmente esteja em destaque, enquanto que a palavra celebridade vem do célebre, do memorável.

Qual a influência que os midiáticos têm nos meios de comunicação? O jornalista, a princípio, não pode manifestar-se como indivíduo (pelo menos é o que geralmente se vê, mantendo-se neutro de tudo, narrando os fatos de forma mais objetiva possível). Quanto ao publicitário, este usa a criatividade que tem para fazer com que o consumidor se atraia por determinado bem de consumo. Já o restante (artistas, personalidades e celebridades) tem uma influência muito maior ou pelo menos mais aceitável na mídia. Nota-se isto através dos diversos comerciais de produtos e marcas feitos por eles, os quais deixam seu nome como uma referência, o que muitas vezes poderia ser considerado como um meio de induzir determinado indivíduo a fazer ou consumir algo.

Contudo, o questionamento não é o fato de artistas venderem sua imagem para criar uma boa imagem sobre determinada coisa (até porque todos precisam trabalhar pra sobreviver e têm liberdade para fazerem o que quiserem, já que a Constituição garante a livre expressão individual por determinada crença, ideologia política, etc.), mas sim pela simples justificativa de jornalistas não “poderem” fazer o mesmo, por se acreditar no mito que só deve dar notícias e não pode opinar, por ser um profissional de influência que tem o poder da palavra, jamais devendo usá-la com subjetividade. Por um lado isso é bom para o repórter: imagine que um profissional da área se diga a favor de determinado político, apoiando-o e “levantando a moral” em suas matérias, e futuramente fosse precisar de uma entrevista com o adversário. Como ficaria a sua situação diante da empresa, se não conseguisse arrancar respostas do adversário, já que este só concederia entrevista aos seus aliados?

Você nunca vai ver/ouvir um jornalista contando uma notícia assim: _Graças a Deus morreu nessa madrugada o chefe do tráfico de drogas da favela tal! Mas, pode ver/ouvir assim: _Morreu nessa madrugada o chefe do tráfico de drogas da favela Tal. O fato de jamais dizer de tal modo não é a única coisa que o priva de sua opinião, até porque precisa ser imparcial com os acontecimentos. No entanto, por não aparecer em comerciais, divulgando produtos ou por não ir a qualquer tipo de programa de TV e falar o que realmente pensa sobre política, sociedade e tantos outros temas importantes que conhece profundamente, já que se atualiza o tempo todo, é uma prova concreta do que se diz aqui. Que diferença há entre um ator/cantor fazer propaganda pra um jornalista, se ambos são midiáticos e de certo modo estão vendendo sua imagem profissional para convencer determinada pessoa a comprar e/ou dar credibilidade a algo?

Apesar de não se ver um repórter/jornalista dizer claramente o que se pensa, é possível observar os pensamentos do mesmo através de conceitos discretos, como a postura ao dar determinada notícia. Se for na TV, isso pode ficar mais visível, pois pode-se ver a sua satisfação ou indignação, ou também, principalmente se for numa mídia impressa, uma comparação entre dois candidatos que disputam um cargo político, mostrando o lado positivo de um e o negativo de outro, sem se voltar ao que este também possa ter de bom a ser conhecido pelos eleitores.

Em algum período ditatorial do século XX, jornais, revistas e outras mídias manifestavam-se claramente contra seus governos autoritários ou então cúmplices desses, no intuito de se fortalecer em seu mercado, cada um ao seu modo. Embora não se veja profissionais destes meios declararem abertamente suas opiniões a respeito de pessoas, política, entre outras coisas, observa-se que os grupos de mídia nos quais fazem parte o fazem. Inclusive, um jornal americano informou em seu veículo estar apoiando determinado candidato à presidência da república. Será que uma empresa que presta serviço à sociedade, de informar, de criar conceitos e tendências poderia manifestar-se tão claramente sobre isso?

Aqui no Brasil, por exemplo, tentou-se criar um órgão fiscalizador da imprensa, sob alegação de não passar falsas informações ou prejudicar a reputação de outras pessoas, também com o pretexto de se preservar assuntos importantes, sigilosos ou de interesses nacional. Como saber se algo deve ou não ficar oculto à população? Será que um escândalo político entraria nessa lista? Se isso de fato acontecesse, jamais se escutaria falar em corrupção novamente no Brasil.

O problema em relação à preservação da informação é a subjetividade de quem a julga, pois não haveria maneira de se classificar o conteúdo de uma notícia antes de ser divulgada, como se faz com um filme e/ou um programa de TV, dizendo se é ou não apropriado para o público de determinada faixa etária. Qualquer que seja o assunto e sua respectiva gravidade é o povo quem deve decidir. O dever moral e cívico dos veículos de comunicação é informar, não podendo se sujeitarem aos interesses de grupos ou tornando-se omissos, a começar consigo mesmos. Mas, se algo dito pela mídia for inverídico, basta que a pessoa e/ou grupo exija retratação, punição e reparação por danos, quaisquer que sejam, como cita a Constituição.

No entanto, a mídia tem fama de ser manipuladora e/ou formadora de opinião. Mas, o que seria a mídia, afinal? Os jornais e revistas? Se for pensar que tais veículos têm a prática de usar as palavras para alguma finalidade, a resposta é sim. Por outro lado, como já foi dito no primeiro parágrafo deste artigo, a mídia também envolve artistas, celebridades e personalidades. Portanto, a imprensa não pode carregar injustamente um peso que não é só dela, apesar de ser a grande responsável por criar outros midiáticos e do nada deixá-los no esquecimento.

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criado por DIego Francisco    23:35 — Arquivado em: Comunicação

11.9.08

Plagiornalismo: Uma Matéria a Ser Aprendida

Bem, do jeito que as coisas vão hoje em dia, todo mundo plagiando textos, matérias e teses de todo mundo, é melhor me proteger, por isso vou logo dizendo que plagiornalismo é uma palavra que eu inventei, é o meu neologismo. Então, qualquer coisa que você ler a partir disso, pode ter certeza que foi porque leram este artigo ou viram em alguma busca na Internet. Quanto a isso, já estou protegido.

Não preciso ficar explicando do bê-a-bá o que é plágio, pelo amor de Deus, até porque todo mundo sabe bem o que é, mas só pra você não ficar na dúvida ou não enganar a própria consciência, pensando que não faz isso, repito, segundo o "Geocites", que plagiar significa copiar, imitar sem citar fontes de tais informações, o que não é este o caso, até porque eu já estou dizendo de onde foi que tirei tal conclusão. Isso é plaginformação (também de minha autoria).

O "Geocites" também cita a Lei 9610/98, para quem não a conhece, que trata dos direitos autorais do Brasil, já que se apropriar de qualquer artigo, texto, imagem, arte e/ou criação de qualquer natureza científica sem pedir autorização de seus idealizadores e/ou citar fontes é considerado um crime. Bem, mas isso já é pra aula de Ética.

Artigo, texto, monografia, tese ou qualquer outra coisa que tem como objetivo informar, contribuir culturalmente e levar conhecimento já pode ser considerado como uma notícia/informação. Se estiver na Internet então, aí é que piora toda a coisa. Não adianta usurpar o trabalho de outros, porque algumas palavrinhas “suas” num site de busca já mostra o texto completo.

É por isso que eu queria saber o porquê de um indivíduo plagiar a obra de outro: Se por falta de inteligência, desespero, preguiça ou algo que eu ainda não tenha pensado, que não será plagio, é lógico. Bom, só o fato de não ter se dado ao trabalho de alterar algumas palavras do texto original já deve ser considerado uma burrice, além da preguiça, é claro. Também vejo nisso um reconhecimento de auto-incapacidade. Desculpe as críticas, mas é mais pura verdade. Este final ficou meio esquisito, parecendo uma espécie de “morde e assopra”, mas é assim que a vida é, uns te mordem pra depois te assoprarem.

Além das coisas ditas no parágrafo anterior, a “pirataria de idéias”, que o texto trata, ressalta a indignação e o desrespeito pelo sacrifício alheio, pois determinado autor provavelmente passou horas, dias, semanas, meses, anos, até décadas tentando achar/criar algo unicamente seu, e do nada vem um ladrãozinho qualquer e lhe tira isso, como quem “doces de uma criança” (frase muito antiga, e apesar de não saber quem a disse primeiramente, já a coloco entre aspas pra dizer que não é minha).

Bom, só a idéia de conferir se determinado texto/assunto realmente pertence a um aluno, já deveria ser considerado plágio, pois tá roubando a idéia de outro que pensou o mesmo. Rsrsrs. Cada vez mais, estudantes de escolas e universidades se tornam vítimas de sua própria falta de esperteza, ao achar que um professor não vai investigar o conteúdo e a origem de tais informações. Se for monografia então, nem se fala. O que eu acho mais engraçado é quando um aluno está lá na frente daquela “banca”, todo nervoso, pensando que vai se sair bem, quando de repente, um dos examinadores do texto encontra páginas e mais páginas de seus livros/trabalhos descaradamente copiados como se fosse reflexão daquela pessoa, que também não deixa de ser, por mostrar que não houve reflexão, pois se a tivesse, teria pensado não só uma nem duas, mas três, quatro, cinco, seis, sete, quantas vezes fossem necessárias antes de praticar a arte do imitar.

Plagiornalismo deve ser aprendido não como uma matéria em sala de aula a ser praticada, mas as lições que traz escondido, sim, pois se você, por exemplo, sabe que fulaninho ali, pertinho de você, se fu… com isso, não vai querer repetir, vai?

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criado por DIego Francisco    1:09 — Arquivado em: Comunicação

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