Mundo DImais. Uma Realidade Mais Perto de Você!

A Filosofia de “Mundo DImais” é procurar novos caminhos para a verdade, que sempre haverá mais que duas respostas/soluções para um problema, e que o “SIM” e o “NÃO”, não são suficientes para agir na vida.

26.4.09

O Dono das Palavras

Hoje, em pleno Século XXI, é mais seguro dizer que nosso mundo está dividido em dois: o mundo real e o virtual. O mundo real é aquele que podemos ver e tocar, enquanto que no mundo virtual só podemos ver. No entanto, este último apenas existe porque tem o real pra criar o imaginário ou simplesmente o ciberespaço. Com os avanços do mundo moderno que nasce pra gente, podemos registrar qualquer coisa a qualquer hora e local, deixando escrito em algum lugar, como uma folha de papel (real) ou na Internet (virtual).

 

Qualquer pessoa pode escrever alguma coisa. No mundo atual os sites e blogs substituem os manuscritos do passado, não necessitando mais de caneta, mas um pouco de prática em computador, conhecimento sobre determinado tema e vontade, nada mais. Era-se o tempo em que as pessoas iam à biblioteca pesquisar algum trabalho pra escola ou faculdade e gastar todo o dinheiro com cópias de livros. Agora tudo está online e da maneira mais simples, pois a informação é atualizada constantemente. Há quem escreve sobre geografia, matemática, química, física, idiomas, ciências, informática, amor, sexo, religião, noticias etc. Na rede mundial de computadores encontramos tudo o que precisamos saber por curiosidade ou pra fazer um bom trabalho, não sendo necessário ir tão longe quando se tem o mundo dentro de casa.

 

Na verdade, o ser humano não está sendo mais um leitor passivo, mas um leitor ativo, porque compartilha seu conhecimento na rede onde lê e também escreve, se tornando um ciberescritor ou webescritor, usando o mundo virtual como suas páginas.

 

Além dos temas citados que podemos encontrar na Internet, é preciso citar as “webesteiras” ou simplesmente as “webostas”, ou seja, páginas e/ou escritos sem nenhum valor útil para o ser humano, apenas ocupando um espaço que poderia ser usado com coisas mais importantes. Também há outras páginas que não tem conteúdos próprios e se tornam verdadeiros papagaios virtuais, repetindo tudo o que foi dito por outras pessoas ou meios. No entanto, toda liberdade tem um preço e esse é o nosso, que temos de permitir tudo, porque isso é o que faz com que o mundo seja plural e produtivo: a troca de informações, que outrora eram guardadas de modo egoísta, mas ao que parece, o homem de hoje está aprendendo que somente comparando dois modos de pensar é que se chega a algum lugar.

 

O bom dessa liberdade virtual é que não é preciso destruir nenhuma árvore e nem gastar papel pra escrever o que se pensa, inclusive podendo corrigir os erros quando quiser. A natureza agradece por isso. Sobretudo, há algo que precisa ser questionado: como já foi dito aqui, toda liberdade de expressão tem um preço: tudo o que se pensa é teu, mas tudo o que fala ou escreve não te pertence mais, e sim ao mundo, porque os receptores de sua informação se sentirão no direito de usá-la como desejarem, já que não há como saber quem nos acessa. Há que nos use para uma boa causa, mas tem também aqueles que se aproveitam do que dissemos aqui e usa isso contra a gente, ou então, para justificar as más atitudes nos adota como um símbolo metafórico ou filosófico (talvez algo que nem o individuo acredita, mas ele(a) persiste em nos usar pra não se sentir sujo(a) com ele(a) mesmo(a). Há quem nos use e nos reconhece como autores de tais informações, mas tem os que se aproveitam de nossos registros e se dizem autores deles, num ato de plagio ou pirataria de informações.

 

Depois que este texto estiver publicado, ele não será mais meu, mas de todos os ciberleitores, porque estarei compartilhando uma idéia, uma filosofia e uma cultura de pensamentos. Por isso eu ressalto que somente a idéia pertence ao individuo, mas sua transformação em realidade vai ser de quem a desenvolver. No ciberespaço isto se confunde, porque tem pessoas que vivem nele como se fosse o mundo real (provavelmente uma fuga da realidade, porque não conseguem suportar a dor e os fracassos contínuos, preferindo enganar-se ao acreditar que seu mundo está maravilhoso).

 

Onde ficam todas as informações? Se fosse num mundo real ocuparia muito espaço nas estantes e em algum momento iria para o lixo, porque os livros estariam velhos ou não teriam mais utilidade ou então, porque os cupins se encarregaram de fazer o trabalho do tempo. Como se trata da web, os conteúdos ficam em pequenos arquivos nos sites, que não param de aumentar. Nos textos escritos em papel não há como adicionar novos comentários, mas nas páginas virtuais, sim.

 

Com tantas coisas que adicionamos diariamente, é difícil saber quem é o seu autor, pois como se diz por aí, “nada se inventa, tudo se copia”. E assim, as palavras se perdem e se encontram na boca ou nas mãos de quem usá-las melhor.

 

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23.4.09

Lua Negra 1: Discriminação e Doença

Antes de começar o texto, preciso resumir do que se trata. “Lua Negra” faz parte de uma série de artigos, que estarei publicando, que mostra exemplos de fatos e abusos aceitos naturalmente em nossa sociedade, por estarmos de olhos fechados e/ou não conhecermos alguns de nossos direitos. No entanto, sem apontar diretamente o dedo para esta ou aquela pessoa, porque não sou nenhum juiz pra isso, apenas um observador, embora eu, às vezes me sinta ao mesmo um juiz e um jurado do cotidiano. É claro que não é nada sobre mim e não é sobre alguém específico, mas as coincidências existem e as coisas acontecem. Pode não ser comigo ou contigo, mas acontece, isso não há como negar. O fato de eu começar com o tema abaixo foi um pedido que me fizeram e eu decidi seguir em frente, pois quem sabe não ajuda a você ou algum conhecido?!!!

 

Lua Negra 1: Discriminação e Doença

 

 

Mais uma vez o ser humano está de olhos fechados. Mas, não é um simples eclipse. Parece mais uma lua minguante, que oculta a sua face ou uma nuvem que esconde a luz que existe na noite. O mesmo ocorre com as pessoas desprovidas de conhecimentos simples sobre alguns de seus direitos e/ou deveres. Se certas coisas são cruéis, já passam do desumano, só que é muito pior continuar como se está.

 

Diversas empresas, ao saberem que seu empregado está doente ou pelo menos suspeitarem disso, inventam uma desculpa qualquer pra demiti-lo. Isso é muito comum com mulheres que começam a passar mal, aparentando sintomas de gravidez, mesmo quando nem ela ainda saiba disso. É claro que ninguém perde tempo. Um empregado qualquer vai ao médico e faz um exame, e de repente descobre que está com alguma enfermidade tipo câncer, depressão, tuberculose, diabético ou até mesmo com AIDS. O que fazer nessas horas? De imediato, o que se tem a fazer é voltar na empresa, apresentar os exames e exigir que a mesma anule a demissão ou a reintegração (coisa que dificilmente acontece).

 

É direito de qualquer funcionário, antes de sair do emprego, fazer um exame-médico demissional que é pago pela empresa, para certificar se está apto a deixar o cargo, mas nem todas fazem isso. No entanto, é também de direito do funcionário, caso discorde, refazer o exame em algum hospital da rede pública ou outro no qual a empresa e o sindicato da categoria reconheçam como tal (pra ver se há ou não contradição entre ambos).

 

A empresa já decidiu que não vai voltar em sua decisão e muitas pessoas acabam deixando prá lá o ocorrido. Só que existem pessoas um pouco mais instruídas e que não estão dormindo acordadas: elas entram com um processo contra seu último emprego por causa da demissão injustificada ou inadequada. O processo, você até já sabe, demora uma eternidade pra ir a julgamento. Em alguns casos, até mesmo pela longa espera, o autor do processo morre e não se chega a nenhum resultado, ou então, pessoas desesperadas por estarem doentes e sem trabalhar, sentindo-se discriminadas, acabam caindo mais rápido em depressão, muitas vezes acelerando a própria morte, ou em último caso, colocam a boca no trombone, chamando um jornal e publicando a sua versão da história. É claro que não estou dizendo pra você fazer isso, até porque, antes de mais nada, é preciso consultar o advogado pra saber se isso é possível e que tipo de risco estaria correndo em relação ao processo, para que todo o tempo já percorrido não fosse perdido, pois a empresa poderia se sentir prejudicada e processar o ex-empregado por danos morais e materiais, entre outras coisas, por estar com a sua imagem pública abalada e também, porque enquanto não se chegar a um veredicto, não se pode afirmar nada.

 

Até o juiz dar a sua martelada, tudo é hipótese e não o verdadeiro (mesmo que a história seja real), pois tanto o empregado quanto a empresa afirmam estarem dizendo a verdade. Enfim, todo mundo é inocente até que se prove o contrário. Só que um problema: caso a pessoa decida publicar sua situação, corre o perigo de ser processado e tudo se inverter a favor da empresa, mesmo quando o causa já parece estar ganha para o empregado, e no fim ter de pagar todas as despesas referentes ao processo e ainda, uma indenização pra empresa. Pior do que é isso é o enfermo se expor publicamente. No entanto, não tome nenhuma decisão quanto ao tema sem antes consultar seu advogado.

 

Está na CLT (Consolidação das Leis Trabalhistas) e tem também alguma coisa na Constituição Federal de 1988, leis que protegem o direito à vida. Só que mais do que uma demissão num momento em que a pessoa se encontrava impossibilitada de garantir a sua sobrevivência, há também um preconceito por parte desse tipo de pessoa jurídica (empresa). É importante lembrar que a empresa não é nada por si só, mas quem a rege é um conjunto de pessoas (aparentemente humanas como todo mundo) que se esquecem do dia de amanhã e que também poderá “levar um chute na bunda”, como castigo, mesmo sem saber o porquê disso.

 

Pra uma empresa correta, sua atitude seria explicar ao empregado os seus direitos e dependendo do tipo de enfermidade, orientá-lo a se aposentar (pois talvez fosse mais fácil para o tratamento do indivíduo), sem demiti-lo, é lógico.  a CLT garante em certos casos a retirada do fundo de garantia, mesmo que o empregado continuasse no emprego. Mas, lembre-se que não é pra qualquer doença, somente algumas como câncer, HIV, entre outras que o impossibilitam a trabalhar ou que ofereçam risco de morte.

 

Muitas vezes se anula o humano para dar lugar a um frio sentimento anti-profissional, uma rasteira, pra dizer a verdade. O indivíduo que está passando por tal dilema já se sente sozinho, discriminado, pensando que vai morrer, entra logo em depressão, e se no mínimo não puder contar com o apoio das pessoas pelas quais ele considerava como amigo, com quem vai contar então?

 

Bom, eu não sou nenhum advogado, mas também não sou burro. Conheço um pouquinho das coisas. Mas, se você quiser saber mais, procure um advogado especializado na área trabalhista e/ou pesquise na Internet e em livros e também a CLT e a Constituição. Inclusive, tem faculdades que oferecem, por meio de estagiários, consultas gratuitas sobre diversas causas jurídicas. Isto é o máximo que posso ajudar, agora o resto é com você.

 

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criado por DIego Francisco    21:58 — Arquivado em: Sociedade — Tags:, , , , , , , , , , , , ,

20.4.09

Internet: Um caminho para o sexo

Quando se fala em namoro pela Internet, chat e coisas do gênero, a primeira alusão que se faz é adolescentes. Bom, mas se você ainda tiver essa visão de que só jovens usam estes tipos de sites em busca de um relacionamento, está enganado(a). Grande parte dos internautas do mundo atual nesses tipos de páginas são pessoas acima dos 40 anos, que procuram como qualquer outra um novo amor ou então uma desculpa pra ficar a dois.
 
Você entra em uma sala de pessoas entre 20 a 30 anos e o quê encontra lá?: Um cinqüentão cara de pau ou então alguém com 14 ou 15 se passando ser mais velho. Vendo por esse aspecto é possível perceber que a Internet se tornou um atalho para a pedofilia.
 
É interessante questionar o porquê de se tentar achar um amor pela Internet e não pessoalmente, em uma balada por exemplo. Pode parecer divertido, entretanto também pode significar uma fuga da realidade ou um novo jeito de se lidar consigo próprio, por ter dificuldade em sobreviver no mundo real ou então, puro comodismo, até porque é mais fácil receber um “não” pela tela de um PC do que cara a cara. Isso poderia representar uma rejeição muito maior.
 
Há quem acredite que relacionar-se amorosamente/sexualmente com alguém que se conhece pela web pode dar certo. Tem casos que dão certo, outros não, tudo vai depender muito. É claro que namorar alguém de chat é muito mais difícil, porque não foi algo que aconteceu naturalmente: a pessoa já vai ao encontro da outra com essa intenção, fica imaginando mil e uma coisas, pra dizer a verdade, fantasiando o outro, e quando se encontram vê uma “bicicleta dentro de um saco” ou algo assim, e se decepciona. Não é o mesmo que estar andando na rua normalmente e de repente perceber que alguém está te comendo com os olhos. A sensação é única e a vaidade transparece, pois imagine só!: Entre tantas pessoas que estão na rua, logo você chamar a atenção, isso é magnífico, é emocionante!
 
Geralmente as pessoas que vão ao encontro de um “amigo digital” se impõem a uma pressão psicológica, não só por imaginar o outro e pensarem que finalmente terão alguém, mas também porque é tudo ou nada, e ambos terão de definir se continuam se falando ou não. A resposta tem que ser na hora. Claro, depois de uma conversa, entre tantas que ocasionaram o encontro.
 
A verdade é que se cria um nick (apelido) chamativo, um e-mail exclusivo pra sacanagens, se escreve um monte de “abobrinhas” que impressiona quem está do outro lado da tela, um acha que o outro é idêntico em relação aos gostos e qualidades e marcam logo pra se conhecerem. O que muita gente não percebeu ainda é que estão procurando amores em tempo de sexo: numa era livre, por assim dizer, onde tudo ou quase tudo é permitido e/ou aceito, não há mais tanta necessidade de se fingir que se procura uma alma gêmea, mas alguém pra “ficar” (sem compromisso) e dar uns “amassos” de vez em quando, porque se busca uma relação monogâmica, até mesmo por ser um modo de evitar doenças. Sempre vai existir quem quer amor e quem só deseje sexo, isso é fato. Talvez seja melhor assim, porque ambos não se enganam, admitindo tal intenção em uma relação aberta e sincera.
 
Tem gente que já entra em certas salas de bate-papo apenas no intuito de arranjar uma “foda” pra mais tarde, nada mais, inclusive pessoas casadas ou até mesmo casais que procuram uma terceira pessoa pra incrementar o casamento. Esse tipo de busca também se refere a muitos jovens solteiros e também coroas. Pode ser rico ou pobre, homem ou mulher, heterossexual ou homossexual, não há uma regra pra isso, porque todos são humanos e isso os igualam ou assemelham.
 
Você jamais chegaria do nada pra um desconhecido e perguntaria diretamente se está a fim de transar (exceto se for alguém que faça “programas”), porque levaria um “não”, provavelmente um tapa na cara ou até mesmo seria denunciado por atentado ao pudor ou qualquer coisa assim, mas na web poderia fazer isso, porque ninguém viu o rosto do outro ou então, no fundo se sabe que ambos podem estar desejando a mesma coisa, e na vida real não daria de jeito nenhum pra fazer isso, porque existe um medo, uma espécie de respeito ou pudor, por assim dizer, pois mesmo que uma pessoa tentasse convidar alguém pra fazer sexo desse modo poderia receber um “não”, mesmo percebendo que o outro está louco pra responder “sim”. Pra falar a verdade, existe uma vergonha de ser descoberto e/ou difamado ou então de se envolver numa “teia de aranha” e não ter mais como sair dela. Você pode até questionar que neste caso, em relação à Internet não seria muito diferente, entretanto os pares já estão em comum acordo, pois têm outra vida e só estão tentando fugir um pouquinho dela. Pra estes casos a Internet se torna um caminho para o sexo, sendo o elo entre pessoas que sentem e querem a mesma coisa e não conseguem dizer isso ao outro pessoalmente.

 
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criado por DIego Francisco    17:47 — Arquivado em: Amor e Sexo — Tags:, , , , , , , , ,

12.4.09

Quer o seu Amor de volta?

A primeira coisa que se deve perguntar é o porquê de querer seu amor de volta. Você precisa pensar se ainda o(a) ama ou se tudo não passa de um sentimento de orgulho e vaidade por ter sido abandonado(a). E, se não for por isso, se foi porque tem medo de ficar só ou se isso não é um sentimento de puro comodismo, por saber que há alguém do teu lado pra te satisfazer e não ter que se preocupar em procurar longe o que pode ter tão perto.

 

As mulheres, principalmente, quando desejam ter de volta o seu amor, é porque ainda existe um grande sentimento de medo de ficar sozinhas. Muitas delas – sem generalizar – se desesperam, depois que são esquecidas por seu amor, ou melhor dizendo, seu ex-amor. Geralmente, muitas mulheres sofrem quando são abandonadas por seus amores. Mas, o sentimento de dor que elas têm não é somente por tê-lo perdido, mas um arrependimento em ter oferecido ao companheiro a virgindade e por saber que no fundo, que não terá mais o apoio do namorado para enfrentar a família e provar a todos que ele realmente a amava e a respeitava, e que não estava apenas brincando com os sentimentos dela. No entanto, a raiva dela não é por ter amado, mas por ter transado com ele, por supor que se tivesse se mantido virgem, que ele continuaria com ela. Ressalto que isto é muito comum em mulheres que eram virgens, e não em todas elas, apesar de também sofrerem com a perda.

 

Parece loucura as coisas que estou dizendo, mas sei que são verdade. Com os homens acontecem o oposto: eles não conseguem aceitar que foram abandonados e que não foram eles que deram um “chute” nelas, porque no fundo, eles se supõem ser gostosos e não admitem que uma mulher o substitua por outro, certamente mais bonito ou forte, porque no fundo o temor deles é que o outro seja “melhor na cama” que ele.

 

Se quiser seu amor de volta, então deve lutar por ele(a), mas sem se humilhar ou trapacear. Recordo que, fazer feitos é inútil, pois em algum momento poderá se voltar contra você. É preciso saber a razão de ter sido abandonado(a) por seu amor. É muito importante agir calmamente e buscar a melhor saída pra solucionar o seu problema, pois se você realmente teve algum valor na vida daquela pessoa, ela sempre vai se lembrar de tudo que viveram juntos.

 

Talvez a perda de um amor não signifique uma derrota em sua vida, entretanto outra oportunidade pra ser feliz com alguém que possa te amar de verdade. Quando um amor se acaba é porque não havia mais tal sentimento em um casal ou simplesmente eles permitiram que uma parede fosse criada entre eles, com o excesso de trabalho e outros motivos pra não estarem juntos.

 

Muita gente em várias partes do mundo sofre o mesmo tipo de sentimento: a separação de um amor. Será que existe algum método de solucionar este problema? Espero que sim, mas não podemos adivinhar quando isso vai acontecer com alguém, porque tudo na vida vai depender de quem se esteja apaixonado e das razoes para se romper uma relação.

                              

Sempre em algum jornal há aquelas colunas que oferecem conselhos amorosos. Será que funcionam? É comum pessoas com estes tipos de problemas procurarem soluções em outros lugares, quando a resposta pra suas dores estão nelas mesmas.

 

Desde sempre, o ser humano passa por esse tipo de situação e não aceita perder o outro. Muitos crimes já ocorreram por sentimentos de orgulho e vaidade, e não por amor, pois se houvesse mesmo amor de verdade, tais coisas não aconteceriam, já que é o único capaz de perdoar e compreender os sentimentos alheios, porque ao agir contra os princípios do amor, o indivíduo age com egoísmo, pois está pensando somente nele próprio sem se preocupar se o(a) parceiro(a) está ou não sofrendo por estar perto dele(a).

 

Infelizmente, os finais felizes quase sempre ficam nos contos infantis. Entretanto, somos nós que fazemos nosso final. Não podemos decidir se um amor será ou não eterno, apenas devemos vivê-lo hoje, sem medo de perdê-lo amanhã, porque muitos fatos vão se suceder e influenciar os novos acontecimentos.

 

Mas, se você esperava que eu te dissesse a receita pra voltar pro seu amor, sinto muito em não poder dar, porque embora o problema seja o mesmo que de muita gente, as razoes para a solidão são bem diferentes. Eu não escrevi este texto pra te ensinar um modo de trazer de volta o seu amor, contudo pra te trazer de volta à realidade, pra que tenha orgulho próprio e não se humilhe por quem não te valoriza. No entanto, posso te aconselhar a ser fiel, levantar sua auto-estima e ter fé em você mesmo(a), colocando de uma vez por todas na mente que, se não conseguiu trazê-lo de volta é porque a vida está lhe preparando coisa muito melhor, pois no fundo, todos procuram a sua alma gêmea.

 

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criado por DIego Francisco    17:02 — Arquivado em: Amor e Sexo — Tags:, , , , , , , , , , ,

4.4.09

Eroticamente Doce

Ao que parece, as coisas do amor também têm sabores e ambos estão mais ligados do que se imagina. Pensar em sexo e/ou em guloseimas é o mesmo que sentir fome, aliás, em ambos se comem e se saciam. Pode parecer loucura, mas se o sexo não tiver um gosto, passa a ter, pois sempre se referem ao tema como algo doce, talvez por vir acompanhado de um “kit felicidade”. Pelo menos até hoje, nunca se escutou alguém dizer que fulano(a) era salgado(a)  ou amargo(a), mas pode se tornar se tiver carente.

 

Quando as pessoas falam do tema amor/sexo sempre há uma abordagem romântica e fominha, ora porque estão intimamente pré-formatadas em um conceito dionisíaco, ora porque se vive naquela filosofia sem-vergonha de que se é aquilo que se come ou então que se come aquilo que se é. Pra quem não sabe, Dionísio foi considerado o deus da virilidade na mitologia grega, então fazia-se festas em sua honra (bacanais) com o consumo de frutas etc.

 

Quando se diz que até na cama se sente fome (talvez seja o melhor local para saciá-la) ninguém acredita: a primeira transa de um casal recém-casado é chamada de lua-de-mel. Por que lua? Só porque geralmente as pessoas se casam à noite? Já vi vários casais se casarem durante o dia mesmo (é bom porque o tempo é maior pra aproveitar). Também não sei a razão do mel. Até onde se sabe, não há nenhuma abelha por lá, e mesmo assim, depois de deixar o ferrão em sua vítima, o animal se “ferra” (morre). Creio que isso não acontece com as pessoas, certo?

 

É comum encontrar em certas letras de músicas ou em poemas semi-safados coisas do tipo “querer beber o mel dos seus lábios ou da pele”, “sugar o néctar de sua boca”, “sentir o seu doce perfume”, entre tantas outras coisas mais.

 

Diversos casais gostam de incrementar o relacionamento com o consumo de algumas guloseimas como o morango, cereja, pêssego, a maçã (que não pode faltar de jeito nenhum), até mesmo a banana (não sei o porquê, mas… kkkkkk) e também um leite condensado ou então um creme de leite ou chantilly. Tem gente que adora “beijinho”, mas há também quem prefira os “brigadeiros”. Carinhosamente se diz que a mulher possui melões, moranguinhos, pêssegos, peras, maçãs etc. Enfim é o ser humano sempre com fome. Em geral são coisas doces que ajudam a melhorar o cardápio. Só espero que sexo não seja um dos responsáveis pela diabete!!! Kkkk. É praticamente impossível ver alguém que vai pra “cama” e se delicie com um pastel com caldo de cana ou um mocotó. Jamais, até porque ou se come um prato ou o outro, os dois juntos já fica mais complicado!

 

Só pra você ver que o que eu falo é tão sério – apesar de o texto parecer um deboche -, quem já foi alguma vez a uma loja de artigos eróticos sabe o que tem por lá: uns óleos com sabores tipo menta, morango, hortelã, e que causam frescor na pele ao contato com superfícies úmidas; preservativos de inúmeros sabores (alguns até comestíveis) etc. E sempre o sabor é doce. Engraçado, não?! Se depois desse texto alguém inventar algo tipo salgado, só desejo boa sorte e boas vendas.

 

O que seria do amor se não tivesse um sabor? Pra alegria de muitos o amor tem vários, e cada um escolhe o mais apropriado. É o erótico se tornando doce, literalmente e no sentido figurado. Para o paladar, guloseimas. Para uma mente que se liberta no ato, um momento de felicidade que se conduz instintivamente. Ambos os parceiros tiram proveito um do outro ao seu modo sem haver ganhador ou tampouco perdedor. E, só quem ganha com isso é o próprio amor/sexo.

 

Mas como se diz por aí: “o que é doce se acaba”. Depois de alguns instantes de felicidade que não parece ter fim, um cansaço começa a tomar conta dos amantes, só que com um sentimento nítido de bem-estar, que se satisfazem e sabem que no fundo o que é doce se torna cada vez mais doce. Só tome cuidado pra não ficar enjoativo, ok?

 

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