Mundo DImais. Uma Realidade Mais Perto de Você!

A Filosofia de “Mundo DImais” é procurar novos caminhos para a verdade, que sempre haverá mais que duas respostas/soluções para um problema, e que o “SIM” e o “NÃO”, não são suficientes para agir na vida.

31.10.08

Detalhes de Uma Profissão: Repórter/Jornalista

Repórter/Jornalista: profissional que vive em busca de notícias. Está em qualquer lugar a qualquer hora, com a missão infinita de contar ao público os últimos fatos. Tem hora pra começar a trabalhar, mas não tem pra terminar. Muitas vezes, é chamado pra começar o expediente (se é que se pode chamar assim) bem antes do horário, porque aconteceu algo de muito importante ou então terá de substituir um colega que não pode estar presente.

Ser repórter parece ser interessante. E é. Mas pra quem gosta profundamente da profissão, pois como qualquer outra, tem dois lados. Todo mundo pensa que repórter/jornalista só é aquele cara que fica de terninho, segurando um microfone e falando “bonito” na TV ou na rádio. Engana-se quem pensa dessa maneira. Primeiro de tudo, que pra ser um jornalista, o indivíduo tem que gostar muito de ler e sobre tudo, pois precisa estar atualizado no mesmo instante em que os fatos ocorrem. Precisa falar e escrever bem. Quase que um dom (só pra não desanimar os que acham que não tem chance pra isso).

Nem todo jornalista aparece na mídia. A maioria trabalha por trás dos bastidores: uns pesquisando as matérias na Web e em canais de rádio e TV do mundo inteiro. Outros, cobrindo os fatos. Sem esquecer dos demais que ajudam a preparar e corrigir o texto que um outro colega vai falar. É uma equipe na verdade. Todos em prol de um único objetivo: passar de modo mais rápido e completo a notícia pra você.

Ser repórter muitas vezes é correr riscos. Não se pode ter medo de ir a lugar nenhum. Ora pode estar cobrindo um tiroteio numa favela qualquer, outra ora, numa grande guerra. Às vezes, está fazendo uma reportagem num grande e chique restaurante, provando do melhor cardápio ou então, numa selva qualquer experimentando o espírito de sobrevivência ao ter que se adaptar ao local e comer o que a natureza lhe oferece. E, por aí vai…

Ser jornalista ou repórter, tanto faz, é trabalhar com o tempo. Muitas vezes nem almoça ou janta. Precisa pensar rápido, pois trabalha muito com o improviso e não pode ficar nervoso, porque senão vai gaguejar ou não sai nada de sua mente que deve ter um auto poder criativo.

Nessa profissão, não se pode ter vaidade e tampouco timidez. É o editor-chefe que corrige ou anula totalmente o texto e quando está de mau-humor então é pior ainda! O jornalista precisa porque precisa entregar alguma matéria para a edição. Se não for para o noticiário da tarde, talvez para o impresso do dia seguinte. Nem toda reportagem vai ar. Como o tempo e o espaço são poucos, é preciso selecionar as melhores ou as mais importantes, ou seja, aquelas que possuem alguma relevância ou vai sensacionalizar o público. É claro que todo jornalista quer ver sua matéria na primeira página de um jornal ou em alguma outra de destaque (isso não é vaidade, mas sim o desejo para que seu trabalho seja reconhecido). Contudo, na prática nem sempre acontece. É preciso ser forte e saber que um outro colega pode ter feito uma cobertura melhor que a dele ou que não há espaço pra colocá-la.

Jornalista tem fama de ser fuxiqueiro, falar o que não deve ou até mesmo inventar notícias. Que seja fuxiqueiro é até aceitável, pois o ser em questão realmente precisa ser curioso para assim apurar os fatos. Agora, quanto os outros adjetivos negativos, há uma discordância. Talvez, possa haver um ou outro profissional que não aja com ética, como acontece em qualquer carreira, mas generalizar isso é um erro grave.

Até dizem que jornalistas invadem a privacidade alheia. Mas até onde algo é privado ou se torna público? Se está na rua é pode ser filmado e/ou divulgado? Bom, se está na rua, está se expondo. Isso é fato. Outrossim, é saber até onde determinado fato é íntimo. Veja um exemplo: imagine que um repórter tenha descoberto que um político pegou emprestado sem avisar dinheiro dos cofres públicos. Tudo bem que é a vida dele, algo particular. No entanto, o bem saqueado não. Este é da população, embora nunca vá chegar tão perto pra dizer que realmente algo lhe pertence.

Ser jornalista é lidar instantaneamente com sensações, sendo necessário dominá-las. Muitas vezes se vê algo e não pode dizer do modo que gostaria, tendo que ser neutro com os fatos e seus personagens. Ao mesmo tempo, precisa ter um sangue frio imenso, pois há certas coisas que se tornam tão comuns que parecem não tocá-lo mais. É preciso ser um ótimo artista para não demonstrar sua alegria ou indignação quanto a algum acontecimento.

Ser repórter é concorrer o tempo todo para que a sua informação seja dita antes de seu colega, também concorrente. No fundo é emocionante saber que foi o primeiro a divulgar tal informação, mesmo que seja um terrível acidente ou uma catástrofe natural (isso não significa que jornalista goste de sangue ou deseje o mal. É claro que por ele, jamais aconteceriam coisas como estas, mas enfim, alguém precisa mostrá-las e sua função é justamente esta, mesmo tendo alguns jornais que se espremidos, saem até sangue).

Acima de tudo, ser repórter/jornalista é contar a notícia e não sê-la.

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criado por DIego Francisco    17:02 — Arquivado em: Profissão e Emprego

24.10.08

Um Papel Midiático

Pode-se definir como midiático o profissional que trabalha na mídia, mas acima de tudo, que exerce uma influência nela e a usa para comunicar-se com o seu público, como é o caso de jornalistas, publicitários, artistas, celebridades e outras personalidades em destaque no momento, apesar de ser um questionamento meu em se distinguir um artista de uma personalidade ou se determinada pessoa são ambas coisas ou nenhuma destas e, simplesmente tiveram a sorte de estar no local certo, na hora certa e “aparecer” na mídia, embora não represente qualquer importância ou acrescente algo no meio de comunicação e/ou no lugar onde vive.

Qual seria o papel de cada profissional nesse mundo midiático, criado pela televisão, rádio, cinema, e outros meios? O jornalista, por exemplo, tem a função de informar o que acontece no dia-a-dia em qualquer parte do globo terrestre. O publicitário, a função de transmitir também uma mensagem ao público pelo qual se destina, divulgando um produto ou serviço. Já o artista tem a função de passar ao seu público o tipo de trabalho que realiza, podendo ser uma música, novela, filme, entre outras obras, já que a palavra artista é muito ampla e pode ser considerada como alguém que tem a arte ou habilidade em executar algo. Quanto às celebridades, a coisa já fica mais complicada pra entender: um artista pode ser uma celebridade por exemplo. Um jogador, uma modelo, um apresentador de TV, também. E, por aí vai. Personalidade e celebridade às vezes se confundem, pois se entende “personalidade” por personificação ou alguém que simplesmente esteja em destaque, enquanto que a palavra celebridade vem do célebre, do memorável.

Qual a influência que os midiáticos têm nos meios de comunicação? O jornalista, a princípio, não pode manifestar-se como indivíduo (pelo menos é o que geralmente se vê, mantendo-se neutro de tudo, narrando os fatos de forma mais objetiva possível). Quanto ao publicitário, este usa a criatividade que tem para fazer com que o consumidor se atraia por determinado bem de consumo. Já o restante (artistas, personalidades e celebridades) tem uma influência muito maior ou pelo menos mais aceitável na mídia. Nota-se isto através dos diversos comerciais de produtos e marcas feitos por eles, os quais deixam seu nome como uma referência, o que muitas vezes poderia ser considerado como um meio de induzir determinado indivíduo a fazer ou consumir algo.

Contudo, o questionamento não é o fato de artistas venderem sua imagem para criar uma boa imagem sobre determinada coisa (até porque todos precisam trabalhar pra sobreviver e têm liberdade para fazerem o que quiserem, já que a Constituição garante a livre expressão individual por determinada crença, ideologia política, etc.), mas sim pela simples justificativa de jornalistas não “poderem” fazer o mesmo, por se acreditar no mito que só deve dar notícias e não pode opinar, por ser um profissional de influência que tem o poder da palavra, jamais devendo usá-la com subjetividade. Por um lado isso é bom para o repórter: imagine que um profissional da área se diga a favor de determinado político, apoiando-o e “levantando a moral” em suas matérias, e futuramente fosse precisar de uma entrevista com o adversário. Como ficaria a sua situação diante da empresa, se não conseguisse arrancar respostas do adversário, já que este só concederia entrevista aos seus aliados?

Você nunca vai ver/ouvir um jornalista contando uma notícia assim: _Graças a Deus morreu nessa madrugada o chefe do tráfico de drogas da favela tal! Mas, pode ver/ouvir assim: _Morreu nessa madrugada o chefe do tráfico de drogas da favela Tal. O fato de jamais dizer de tal modo não é a única coisa que o priva de sua opinião, até porque precisa ser imparcial com os acontecimentos. No entanto, por não aparecer em comerciais, divulgando produtos ou por não ir a qualquer tipo de programa de TV e falar o que realmente pensa sobre política, sociedade e tantos outros temas importantes que conhece profundamente, já que se atualiza o tempo todo, é uma prova concreta do que se diz aqui. Que diferença há entre um ator/cantor fazer propaganda pra um jornalista, se ambos são midiáticos e de certo modo estão vendendo sua imagem profissional para convencer determinada pessoa a comprar e/ou dar credibilidade a algo?

Apesar de não se ver um repórter/jornalista dizer claramente o que se pensa, é possível observar os pensamentos do mesmo através de conceitos discretos, como a postura ao dar determinada notícia. Se for na TV, isso pode ficar mais visível, pois pode-se ver a sua satisfação ou indignação, ou também, principalmente se for numa mídia impressa, uma comparação entre dois candidatos que disputam um cargo político, mostrando o lado positivo de um e o negativo de outro, sem se voltar ao que este também possa ter de bom a ser conhecido pelos eleitores.

Em algum período ditatorial do século XX, jornais, revistas e outras mídias manifestavam-se claramente contra seus governos autoritários ou então cúmplices desses, no intuito de se fortalecer em seu mercado, cada um ao seu modo. Embora não se veja profissionais destes meios declararem abertamente suas opiniões a respeito de pessoas, política, entre outras coisas, observa-se que os grupos de mídia nos quais fazem parte o fazem. Inclusive, um jornal americano informou em seu veículo estar apoiando determinado candidato à presidência da república. Será que uma empresa que presta serviço à sociedade, de informar, de criar conceitos e tendências poderia manifestar-se tão claramente sobre isso?

Aqui no Brasil, por exemplo, tentou-se criar um órgão fiscalizador da imprensa, sob alegação de não passar falsas informações ou prejudicar a reputação de outras pessoas, também com o pretexto de se preservar assuntos importantes, sigilosos ou de interesses nacional. Como saber se algo deve ou não ficar oculto à população? Será que um escândalo político entraria nessa lista? Se isso de fato acontecesse, jamais se escutaria falar em corrupção novamente no Brasil.

O problema em relação à preservação da informação é a subjetividade de quem a julga, pois não haveria maneira de se classificar o conteúdo de uma notícia antes de ser divulgada, como se faz com um filme e/ou um programa de TV, dizendo se é ou não apropriado para o público de determinada faixa etária. Qualquer que seja o assunto e sua respectiva gravidade é o povo quem deve decidir. O dever moral e cívico dos veículos de comunicação é informar, não podendo se sujeitarem aos interesses de grupos ou tornando-se omissos, a começar consigo mesmos. Mas, se algo dito pela mídia for inverídico, basta que a pessoa e/ou grupo exija retratação, punição e reparação por danos, quaisquer que sejam, como cita a Constituição.

No entanto, a mídia tem fama de ser manipuladora e/ou formadora de opinião. Mas, o que seria a mídia, afinal? Os jornais e revistas? Se for pensar que tais veículos têm a prática de usar as palavras para alguma finalidade, a resposta é sim. Por outro lado, como já foi dito no primeiro parágrafo deste artigo, a mídia também envolve artistas, celebridades e personalidades. Portanto, a imprensa não pode carregar injustamente um peso que não é só dela, apesar de ser a grande responsável por criar outros midiáticos e do nada deixá-los no esquecimento.

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criado por DIego Francisco    23:35 — Arquivado em: Comunicação

19.10.08

Funcionário Púbico

Em qualquer tipo de empresa, tanto pública quanto privada, tem aquele ou aquela funcionário(a) que se destaca por sua excelente prestação de serviços, exercendo sem igual o cargo: o funcionário púbico.

Um bom funcionário púbico é o que não deixa o chefe na mão, literalmente. Faz todos os tipos de greve, menos a de sexo, porque sabe que se fizesse isso, perderia o seu emprego, pois no dia seguinte seu(a) chefe já teria um(a) substituto(a).

Esse tipo de empregado é fácil de ser encontrado numa empresa: não cria rapidamente um simples laço de amizade com a chefia, mas um excesso de intimidade; vive dizendo em casa que ganhou isso e aquilo do patrão, que é muito bonzinho, entre outras coisas. Se tiver antecedentes de “piranhez” se torna menos difícil pensar no lógico: o(a) chefe está “pegando”.

Essa espécie de empregado gosta de chegar bem tarde no trabalho, e logo depois sae pra almoçar (pontualmente ao meio-dia, porque não deu tempo de tomar o café da manhã em casa, e coitado(a), estava cheio de fome.). Até recebe gratificação por isso e sem falar que recebe muito mais do que um funcionário padrão e cumpridor de seus deveres. Não que, ela não cumpra os dela, mas… são outros.

São 4 da tarde e só a essa hora que o funcionário está voltando do “almoço”. Que diabos estava fazendo esse tempo todo? Na empresa vai dizer que precisou resolver “problemas” ou fazendo serviço externo (o que não deixa de ser verdade). É claro que o patrão não vai dizer nada, e nem pode, né? Precisa fingir que não sabe de nada. Mas se você quiser saber mesmo o lado oculto dessa história, vou te contar: assim que o empregado saiu da empresa, foi até a Rua Tal esperar seu(a) chefinho(a) passar de carro e o(a) “pegar”. Pra onde foram? Certamente, para o “Triângulo das Bermudas”, das calças-compridas, dos shorts, das saias ou de onde mais você quiser.

É muito cômico quando o(a) empregadinho(a) volta. Fica aquela gente toda curiosa pra saber o que aconteceu: fulaninho(a) saiu com uma blusa verde ou vermelha e volta com uma xadrez! A resposta é mais curiosa ainda: Precisou trocar de blusa, pois quando estava almoçando, caiu “molho branco”, já que tinha comido macarrão tipo pene e se sujou.

Anoiteceu. É a hora que todos os outros empregados normais estão indo pra casa, depois de um longo e estressante dia de trabalho. Cadê fulano? Já foi? Às vezes se manda antes de todo mundo, outras vezes, quando deveria pagar pelo excesso de atraso, fica fazendo hora-extra com a chefia e o pior de tudo é que ainda recebe por isso. Bom, mas veja o lado bom das coisas: é preciso que alguém se sacrifique pela empresa, pois como um(a) chefe vai administrá-la se não estiver bem-disposto(a)?

Muitos falam mal desse tipo de empregado, talvez por pura inveja, só isso, porque um funcionário púbico se adapta a diversos ambientes e não se importa com o local de trabalho: se numa mesa ou cama, cadeira ou sofá. O importante mesmo é que cumpre seu expediente, embora muitas vezes não saiba atender um telefone, usar um computador ou sequer em que pasta se arquiva tal documento, mas tudo bem. Quem é que vai ficar perdendo tempo com essas coisas quando se tem um(a) “xefe” como doutor(a) beltrano(a)?

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criado por DIego Francisco    4:10 — Arquivado em: Profissão e Emprego

15.10.08

Brasil que não vai pra frente 2: Política

Uma vez, um professor em sala de aula disse algo muito interessante a respeito da política: “que não se deveria ter orgulho em bater no peito e dizer que a odeia, por ser uma ignorância, pois enquanto uns a odeiam, os que a amam não querem deixá-la”. E, é a mais pura verdade. Pude compreender claramente o que ele quis dizer. Ninguém quer “largar o osso”. Os que estão nesse mundo conseguem facilmente enriquecer-se ou como se diz manjadamente por aí, “enricar”. E, se mais pessoas “gostassem” de política, seria mais fácil controlar os governantes.

Se tem algo de cômico na política, sinceramente ainda não encontrei. Estou a procura. Só o que posso afirmar é que se assemelha a uma teia de aranha, e se você não for o aracnídeo, provavelmente será a sua presa por bem ou por mal, já que uma vez dentro é difícil sair. Não porque haja o simples interesse utópico em se fazer alguma coisa para melhorar o mundo ou o lugar de onde vive, mas o de resolver os problemas de seu próprio mundo, já que mesmo sendo um trabalho, a grana é boa e vem fácil, pois nem todos trabalham diariamente, os salários estão entre os mais altos do mundo em comparação a políticos de outros países, tem 14° e um monte de regalias.

Quando se criou a política foi com a finalidade de organizar um estado para administrá-lo, no entanto, o que se mais vê é muita politicagem. Exemplo: o político fulano de tal tem um projeto de lei a ser aprovado por seus outros colegas. Só que estes querem algo em troca e não aprovam uma lei porque seja boa para o povo que os elegeu, mas por ser a do fulaninho “amigo”, do partido tal, etc.

Em política não existe amigo, mas sim colegas de partido. Os que te apóiam hoje, são os mesmos que falarão mal de você quando forem teus concorrentes. É “cobra engolindo cobra”.

Quais os critérios para se eleger um político?: O cara tem que ser bonito, falar bem, prometer mais do que o outro, não parecer “burro”, mas acima de tudo se “importar” com os problemas do “seu povo” (até o dia das eleições), dizer que vai dar mais bolsa isso e cheque daquilo e ser indicado por outro colega. Não precisa o cara está numa igreja, num time de futebol ou fazer parte de alguma organização que luta em prol de algo que sempre vai continuar como está, até porque se o problema fosse solucionado, não teria mais onde permanecer e nem o que lutar. Deste modo, estaria saindo de cena.

Parece loucura dizer, mas a política pode até matar. Não porque seja uma doença, mas quem tá nela pode ficar doente. De vez em quando aparece nos noticiários algo do tipo: um candidato a vereador, deputado, prefeito ou diabo a quatro foi assassinado. Por que isso? Será que o finado tinha chances de ganhar e precisou ser eliminado pra o concorrente poder ganhar? Bom, em algumas cidades pequenas isso parece ser mais comum, como as covardes tocaias. Há inclusive briga de famílias, porque é uma contra a outra disputando um cargo, e não um candidato versus o outro. Me faz lembrar os Montéquios e os Capuletos, cuja rivalidade fora marcada com um final trágico. Porém nesse caso, alguém morre porque está apaixonado, mas pela política.

Promete-se mundos e fundos, que vai fazer isso e vai fazer aquilo em apenas quatro ano. Acho que nem Deus construiu o mundo tão rápido assim. Mas se o candidato disse que pode fazer tudo isso, quem vai duvidar? Outro dia, escutei alguém se queixando da política, melhor dizendo, dos políticos que prometem e não fazem nada depois que ganham. A mesma pessoa que falava isso, também dizia que deveria ser obrigatório a todo o candidato, registrar em cartório seus compromissos, e caso não os cumprisse, deveria ser punido legalmente por suas falsas promessas. Só que sabemos que será difícil, pois quem é que vai criar uma arma contra si mesmo? Do mesmo modo que são os próprios políticos que votam no aumento dos próprios salários.

Política realmente é uma “dança das cadeiras”. Depois que determinado candidato começa a exercer o seu mandato, é um tal de gente sair, outro tanto entrar, é uma loucura completa. Quem tinha seu carguinho de chefia num órgão público pode dar adeus a ele, pois vai ser do beltrano, coitado, que não foi eleito em nada e não pode ficar na ociosidade, e dos demais colegas de partido. Em geral, tira-se um funcionário realmente concursado, que conhece totalmente a empresa, para se colocar um outro, muitas vezes sem experiência, embora tenha algum título de doutor. No fundo sabemos que quem vai executar os serviços são os verdadeiros funcionários (ou os poucos que realmente trabalham) e o chefe que tem o “QI” alto só vai assinar em baixo e nada mais. Isso não é uma generalização, mas quase. Embora algum destes leiam este texto e justifiquem que se faz necessário colocar pessoas de fora para controlar as de dentro, talvez seja por isso que muitos serviços públicos não melhoram, pois quando se começa algo, logo o interrompe, para seguir as idéias de outro.

Quando um político é acusado de ter praticado um crime, logo se cria uma “CPI” que não quer dizer “Comemos Pizza o dia Inteiro”. Entretanto, não dá em nada. Aliás dá sim: serve para chamar a atenção da mídia pra dizer que se está fazendo alguma coisa. Muitas vezes o político consegue se “safar” de suas safadezas por insuficiência de provas ou quando finalmente se comprova tais acusações, sua punição é simplesmente deixar o cargo e nada mais. Bom, ta ótimo. Pelo menos ele vai ter mais tempo pra gastar o dinheiro que pegou sem avisar dos cofres públicos. A qui no Brasil, o que ainda dá cadeia é não pagar pensão. Fora isso, mas nada.

Não poderia jamais terminar este texto sem falar algo positivo da política, até porque eu não ficaria em paz comigo mesmo: ela gera muitos empregos temporários. Todos ganham e saem felizes. Só com a distribuição de panfletos e exposição de cartazes já garantem alguns meses de aluguel ou umas cestas “base” como se dizem por aí.

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criado por DIego Francisco    22:44 — Arquivado em: Sociedade

11.10.08

O Sexo da Alma

Assim como os anjos, também se acredita que a alma não tem sexo, que é a essência que o indivíduo carrega por todas as existências e que ela se adapta conforme o corpo que estiver. Será que isso é verdade? Há meninos com o rosto de meninas e meninas com o de meninos, garotos que parecem homens e homens que parecem garotos, meninas que têm cara de mulheres e mulheres com a de meninas, homens com aparência de homens e mulheres com a de mulheres. Apesar de o ser humano já nascer com um sexo definido pela natureza, há casos em que se nascem com os dois, para que se tenha a oportunidade em escolher o melhor para si ou se não for isso, serve para mostrar que desde a vida passada (se acredita nisso) a pessoa não se decidiu em ser homem ou mulher.

Provavelmente, nascer homem ou mulher não foi uma opção, mas uma condição que a natureza determinou para que alguém pudesse estar neste planeta. Por isso, muitas pessoas não aceitam o que são ou não conseguem se adaptar, porque talvez o verdadeiro sexo de um ser não esteja no seu corpo, mas na alma. Sabemos também que o rosto é um reflexo da alma: às vezes, basta olhar pra alguém e dizer se é gay ou lésbica, outras vezes não. Com estes tipos de indivíduos que conseguem se esconder dos demais, a natureza foi generosa, porque não escreveu na cara deles o que são, não os denunciando e preservando o direito de nos enganar.

Como eu já disse em outros textos meus, uma possível razão para que a alma manifeste a sua verdadeira sexualidade é porque determinado indivíduo ainda não conseguiu libertar-se da carga da vida passada, pois talvez tenha sido feliz pelo que fora e queira repetir o ontem hoje.

Existem pessoas que desde cedo sentem que são homossexuais, entretanto, outras vivem exageradamente a sexualidade imposta pela natureza. No entanto, tem aqueles que parecem não ter se decidido em ser homem ou mulher e então prefere ser os dois. Como saber se é gay ou lésbica? Será que há uma receita pra isso? Será que a simples curiosidade em experimentar um indivíduo do mesmo sexo já define que uma pessoa seja homossexual, mesmo sendo um(a) jovem em busca da própria sexualidade ou de um pouco de prazer?

Numa análise psicológica individual, seria possível constatar que o fato de alguém ser gay ou lésbica é simplesmente por não ter tido um pai ou uma mãe presente em sua vida, e que a busca por outro ser do mesmo sexo seria somente uma forma de compensar o que não se teve, já que durante a infância e adolescência, quando se necessitava de um exemplo na família para receber as energias e influências de um pai ou mãe, para a formação do caráter e gosto sexual. Embora se acredite que já se nasça com o verdadeiro sexo definido.

Que culpa tem um indivíduo que sente desejo por outro do mesmo sexo? Será que é responsabilidade dos pais conduzir os filhos para o caminho da heterossexualidade ou não há como lutar contra a verdadeira natureza de um ser? Se a pessoa já nasce homossexual ou heterossexual, não há como lutar, embora muitos indivíduos lutem contra si próprios por uma vida inteira, por não se aceitar isso ou não conseguirem ser o que seu ego quer que sejam, por causa da família, amigos, etc.

Na Bíblia está escrito que praticar sexo com outra pessoa do mesmo sexo é uma aberração. No entanto, deve-se questionar se tal aberração também não está na igreja ou em quem tenta ensinar bons exemplos quando não os tem, agindo como um falso moralista.

Ser homem ou gay, mulher ou lésbica são apenas conceitos que a humanidade estabeleceu para distinguir aqueles que apreciam o sexo oposto dos que desfrutam do igual, porque gay também é homem e lésbica, mulher, pelo menos na concepção animal e não psicológica.

Se o verdadeiro sexo estiver realmente na alma, então é necessário conhecer melhor o outro para não cometer o erro em se casar, pensando que ele(a) lhe aprecia, quando no fundo gosta mais do que você das mesmas coisas, já que precisa disfarçar o pecado em desejar outra pessoa que tem tudo o que ele(a) tem, pois há mais pessoas que se divertem com a homossexualidade que com a heterossexualidade. O que eu te digo é bastante simples: são poucos os heterossexuais e os homossexuais, pois a maioria das pessoas é bissexual, apesar de os demais não saberem disso.

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criado por DIego Francisco    16:08 — Arquivado em: Amor e Sexo

3.10.08

Não Faça Isso!!! Capítulo 1: A Festa

O título do texto parece assustador ou pelo menos curioso, e é, mas o que eu venho a dizer pode ser ridículo, talvez absurdo, sei lá, mas acho que tem alguma utilidade.

Vou falar de um assunto meio que cômico, e muito comum também, que é praticado por diversas e diversas pessoas diariamente. Não vou dizer que isso só se faz no Brasil, mas também não posso afirmar se isso é feito em todas as partes do mundo. Só digo que, por sermos humanos e dependendo da cultura de cada país, é bem provável que surjam coisas semelhantes e até mesmo interessantes.

Quando se vai numa festa, tem-se o péssimo costume de levar o presente numa maldita sacola plástica, não porque se queira protegê-lo ou minimizar o peso em nossas mãos, mas porque no fundo se deseja voltar com a mesma sacola, muito mais cheia do que estava antes.

Reparei também que, quando se chega em alguma festa, procura-se logo um lugar excelente, não só por causa da melhor ventilação ou porque se quer acompanhar o evento, mas principalmente por ser um lugar considerado "ótimo" para que se possa a todo o momento ser bem-servido com todos aqueles salgadinhos, refrigerante, chopps, cachorros-quentes, gelatinas (sem a colherzinha para se comer, é claro, sendo necessário fazer um verdadeiro malabarismo com a língua), entre outras coisas mais.

Ainda tem o pior: aquelas mães "desnaturadas" que deixam seus filhos correndo de um lado para o outro, transformando o que seria um evento legal numa bagunça, pois festa não é lugar pra isso, mas sim de alegria, e se as pessoas não sabem distinguir uma coisa da outra, aí já não é mais comigo!

Como se tudo isso dito acima fosse pouco, ainda tem o fato de quando se está começando a cortar o bolo, de se pedir logo um pedacinho para algum parente que ficou em casa, e além disso, o péssimo hábito que muitas pessoas têm de ir a determinados lugares em bandos, levando tios, primos, avôs, vizinhos, etc. É preciso saber que, mesmo que um familiar nosso não queira ir a uma festa, não se deve substituir esse lugar por outro. É falta de educação, e é preciso saber que, quando alguém realiza uma festa, é porque já se sabe exatamente o número de convidados, para deste modo oferecer uma boa recepção, sem faltar comida, com cadeiras suficientes, deixando todos os que realmente foram chamados o mais confortáveis possível (mas infelizmente não é bem assim na prática).
Outra coisa que dá agonia é quando vão cantar os “parabéns" e nisso eu vejo que o bolo já está com alguma marca de dedo e/ou alguma criança já comeu algum docinho da mesa. É típico isso!

Coisa muito interessante de se perceber é que em qualquer tipo de festinha, as pessoas só vão embora quando os balões são distribuídos. Por isso, eu te digo: se quiser acabar logo com uma festa, porque esteja cansado (a) e/ou não agüenta mais ver a cara dos convidados, dê logo essas benditas bolas!

Percebi também (parece até que eu não tenho mais o que fazer, e fico só percebendo as coisas) que os coitados dos aniversariantes sofrem com os presentes (não estou dizendo que se deve comprar o presente mais caro, apenas algo diferente): as crianças de 1 ano ganham cada coisa, que só Deus, mesmo! Ganham carros que só serão usados daqui há cinco ou dez anos, bonecas que também não poderão ser utilizadas antes do tempo citado, aqueles chocalhinhos horríveis, uns bonequinhos de ficar apertando e que fazem um barulho chato pra caramba, entre outras coisas.

É claro que, presente também tem idade. E quando é aniversário de 15 anos, então! Coitada da aniversariante! São tantos porta-jóias, agendas, diários com chaves que qualquer um pode abrir e com qualquer chave, sempre com o mesmo cheirinho nas páginas que ali serão usadas para contar um fato sórdido, e outras coisas do gênero juvenil. E, por aí vai…

Bom, eu jamais poderia esquecer de citar o tema da festa. Não interessa qual é o bichinho e/ou personagem que se faça a festa. O importante mesmo é que poderá ser feito com o painel que tiver disponível pra isso, pois o meu olhar crítico me fez entender que esses painéis de festas já fizeram mais viagens que Gouliver, Amy Klink, a família Schürmann, sendo praticamente uma herança que é passada de pai para filho, neto, bisneto, vizinho, etc. (risos)

Não estou aqui querendo condenar o jeito como várias pessoas agem, mas já que estou fazendo o meu comentário crítico, só venho aqui, porque creio que algumas dessas minhas dicas possam ser úteis, e por causa disso eu te digo:

1) O melhor lugar de um salão não é próximo da copa, mas também não é o mais distante, e sim no meio do salão. Pois, todo garçom (se tiver, é lógico) que passar com aperitivos e bebidas, sempre irá para o fundo do salão, porque supõe que um colega já tenha servido o pessoal da frente. Mas, também não se deve sentar no fim, porque o pessoal que está no meio não "deixa" que a comida chegue no final (geralmente em festa com muita gente em pé e pouco lugar para sentar). E, caso você esteja numa mesa rodeado (a) de mulheres jovens e bonitas, pode crer que a sua mesa será a mais bem-servida da festa (caso tenha garçom).

2) Evite ao máximo ficar carregando peso para casa, como quem estivesse morrendo de fome. Seja o mais discreto possível. Se puder não leve nada. E, nem precisa ficar levando aquele monte de bolas, porque é horrível ficar com aquilo dentro do ônibus, incomodando os outros. Lembrancinhas? Nem pensar. Nada de ficar colocando aquelas coisas na estante! Aliás, tem algo muito interessante e que vale realmente à pena ser citado aqui: todo mundo fica preocupado em carregar o que puder de uma festa (só não leva o [a] aniversariante/noivo [a] porque não pode, porém na hora de levar, um fica jogando o peso para o outro. E, como se isso não fosse suficiente, ainda tem aquele jarrinho de plantas [casamentos, 15 anos] que as pessoas ficam tentando pegar numa mesa. Ai, meu Deus!!!)

3) Não leve uma multidão para uma festa na qual só você e os moradores de sua casa foram convidados.

4) Quanto ao painel, procure não usar o mesmo de uma festa em que todos já estiveram e sabem disso.

5) Para o dono da festa: Se o salgadinho tiver recheio será muito bom! E, não se preocupe apenas com as fotos. Procure ficar andando pela festa, para cumprimentar os convidados, saber se todos estão sendo bem-servidos, essas coisas… Caso não possa fazer isso, designe essa função à outra pessoa, mas esta dica é fundamental para que a sua festa não seja mal-falada.

6) Avise aos filhos (antes de sair de casa) para não ficarem fazendo bagunça, correndo pelo salão e outras coisas do gênero.

7) Pelo amor de Deus, não vá a um casamento de calça jeans, macacão, tênis e/ou “maltrapilha”. Tenha um pouquinho de respeito pelos noivos e vá com uma roupa um pouco mais formal/social (não é preciso ir com a roupa mais cara, apenas bem-vestido), pois seria péssimo ver as fotos de um indivíduo em pleno casamento com essas vestes "avacalhadas". E na hora da filmagem, então?! Dicas como essa, podem fazer com que você não seja excluído (a) de outras festas/eventos por causa de roupas e/ou falta de “simancol”.

Bom, é isso que eu tenho a dizer. E caso você tenha mais alguma dica e/ou queira dar a sua opinião, deixe aqui o seu recado.

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criado por DIego Francisco    23:58 — Arquivado em: Sociedade

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