24.8.08
Aborrescência Capítulo 1
Todo mundo sabe que a adolescência, ou melhor dizendo, a “aborrescência” (verbo aborrecer + adolescência) é o período em que muitos filhos aborrecem os pais, porque se sentem adultos e capazes de fazer tudo o que desejam, como se tivessem o mundo em suas mãos, quando na verdade são eles que estão nas mãos do mundo, vulneráveis a todos os tipos de vícios e pessoas de todas as índoles, no entanto, preferem pensar ou se enganarem, dizendo que são seus pais os chatos, quando a família somente quer o bem deles e que sigam um bom caminho, até porque seus pais já foram como eles e conhecem todos os perigos dessa fase da vida, que é tão importante para o desenvolvimento de um ser em todos os sentidos: corpo, mente e caráter.
As crises que muitos pais passam como os filhos nessa fase são devido a um alto nível de confiança que eles sentem, em busca de uma independência ou pelo menos que não haja mais a necessidade ou obrigação em pedir permissão aos pais pra saírem, sem ter hora determinada para voltar, porque acreditam já não serem tão pequenos assim, como eram, apesar de continuarem agindo como se fossem, ainda mais por dependerem financeiramente dos pais para o próprio sustento.
Contudo, muitos dos problemas pelos quais os pais passam com seus filhos são frutos da infância, ou seja, de uma infância cheia de erros não corrigidos ou punidos nos momentos adequados, pois não tiveram limites quando pequenos, depois de quase adultos será praticamente impossível.
Sabemos que os principais males do mundo atual e que afetam principalmente os adolescentes são os vícios do álcool, do cigarro e de outras drogas nocivas à saúde, além da gravidez precoce y da criminalidade.
Como fugir de todos esses males? Se você pensa que fugindo para uma fazenda ou qualquer outra parte aparentemente tranqüila, que vai ser a solução, poderá estar se iludindo, porque em qualquer lugar pra onde for há problemas como esses e também se torna mais difícil, porque tirar alguém que viveu uma vida inteira numa cidade grande, agitada, cheia de amigos não será fácil, pois o(a) jovem não conseguirá viver longe daqueles que lhe são caros, até porque estaria provavelmente abandonando um amor na escola/faculdade ou na vizinhança, embora você como pai ou mãe não saiba disso. Por isso, a melhor decisão que talvez lhe ajude é, ficando em seu lugar e ensinar desde cedo o certo e o errado, sem esconder determinadas verdades do mundo para que seja capaz de se defender, pois saberá que cumpriu com o seu dever de pai/mãe ao dizer-lhe o necessário para a sobrevivência, já que não será iludido pelas coisas erradas da vida, por já ter conhecimento prévio da realidade do mundo no qual vive.
Sugiro que conheça os amigos com quem seu filho anda e também os pais e procure saber os tipos de lugares que ele/ela freqüenta, o que faz na Internet, se tem algum tipo de vício, como está na escola, etc.
Mas, pra se conviver com adolescentes é necessário que você pai/mãe não viaje em seus joguinhos, porque muitos adoram mandar nos pais, inclusive ofendê-los. Não permita isso para não perder o seu respeito. Boa Sorte!
Tem pais que sabem educar os filhos que têm, enquanto há outros que apenas tiveram sorte, apesar de não ter-lhes ensinado ou sequer amado como deveriam.
Há famílias que buscam a solução pra esses tipos de problemas juvenis em alguma igreja ou também nos esportes, tem aquelas que vão a um psicólogo, enquanto há outras que simplesmente lhes deram amor e lhes puniram nos momentos adequados, porque há muitas maneiras de fazer isso e nem sempre as surras resolvem as coisas, porque uma atitude simples como proibir de ir pra rua, ver TV e passar o tempo nos videogames podem ser castigos suficientes para lhes dar uma boa lição.
Encerro este texto com uma frase que eu li uma vez: “eduque os meninos para não castigar os homens”.
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criado por DIego Francisco
18:55 — Arquivado em: 







Comentário por carla teixeira — 25.8.08 @ 19:44
qndo eu falei de perfeicao estava me referindo a submissao a pessoa amada e nao aos olhos da sociedade. me referi ao fato de em certos relacionamentos esquecemos de nos mesmos para so lembrar do outro e qndo algo sai errado achamos q naum somos bons o bastante q temos tantos defeitos q naum somos dignos do amor do outro.
Comentário por Daniele Carvalho — 28.8.08 @ 21:48
Tem que rir muito com seus texos.Você por acaso é parente do Holden Caufield???Rsrsrsrsrssrsrsrsrsrsrr….